25/05/2007
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12h15
A Ajufesp (Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul) divulgou nota nesta sexta-feira de apoio às declarações do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, que criticou o vazamento de informações de processos em segredo de Justiça por parte da Polícia Federal, durante a Operação Navalha.
O ministro disse, ontem, que era uma "canalhice" o vazamento, e acusou a PF de agir com métodos "fascistas" durante a operação.
A nota diz que a polícia vem cumprindo os mandados de prisão e de busca e apreensão de "forma teatral", e pede "respeito" ao segredo de justiça.
Mendes ficou irritado com as informações de que seu nome estaria em uma suposta lista da PF de pessoas que haviam recebido "mimos e brindes" da construtora Gautama, apontada pela polícia como uma das envolvidas em fraudes em licitações.
A assessoria do STF disse que o nome da lista seria o de um homônimo do ministro. Mendes também acusou a polícia de estar fazendo "terrorismo com democracia", e disse que reclamou dos supostos excessos da PF com o ministro da Justiça, Tarso Genro.
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Associação de juízes federais apóia declarações de Gilmar Mendes
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colaboração para a Folha OnlineA Ajufesp (Associação dos Juízes Federais de São Paulo e Mato Grosso do Sul) divulgou nota nesta sexta-feira de apoio às declarações do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Gilmar Mendes, que criticou o vazamento de informações de processos em segredo de Justiça por parte da Polícia Federal, durante a Operação Navalha.
O ministro disse, ontem, que era uma "canalhice" o vazamento, e acusou a PF de agir com métodos "fascistas" durante a operação.
A nota diz que a polícia vem cumprindo os mandados de prisão e de busca e apreensão de "forma teatral", e pede "respeito" ao segredo de justiça.
Mendes ficou irritado com as informações de que seu nome estaria em uma suposta lista da PF de pessoas que haviam recebido "mimos e brindes" da construtora Gautama, apontada pela polícia como uma das envolvidas em fraudes em licitações.
A assessoria do STF disse que o nome da lista seria o de um homônimo do ministro. Mendes também acusou a polícia de estar fazendo "terrorismo com democracia", e disse que reclamou dos supostos excessos da PF com o ministro da Justiça, Tarso Genro.
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