15/07/2006
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08h26
A liberação de R$ 100 milhões em verbas para o sistema prisional de São Paulo, anunciadas ontem pelo ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça), é inferior aos R$ 117,43 milhões repassados pelo Funpen (Fundo Penitenciário Nacional) ao Estado em 2001, quando o PCC promoveu uma onda de rebeliões nos presídios.
Ao assumir o governo, a equipe petista prometeu mudanças na política prisional e incentivo a programas de acompanhamento do egresso e melhoria da situação do preso, com atendimento médico, dentário, ou mesmo profissionalização. Na prática, cortou verbas.
No ano passado, quando o Brasil quitou a dívida com o FMI, o Funpen teve, em termos reais (considerando a inflação), o segundo menor volume de gastos da história --R$ 61,2 milhões, atrás apenas de 1995, primeiro ano do fundo. Na oposição e em campanha, o PT prometia não bloquear verbas do fundo.
Em 2004, por exemplo, o governo não repassou verba para a construção de novas penitenciárias. No ano passado, houve redução nos recursos do fundo. São Paulo contou com R$ 6,7 milhões.
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da Folha de S.Paulo, em BrasíliaA liberação de R$ 100 milhões em verbas para o sistema prisional de São Paulo, anunciadas ontem pelo ministro Márcio Thomaz Bastos (Justiça), é inferior aos R$ 117,43 milhões repassados pelo Funpen (Fundo Penitenciário Nacional) ao Estado em 2001, quando o PCC promoveu uma onda de rebeliões nos presídios.
Ao assumir o governo, a equipe petista prometeu mudanças na política prisional e incentivo a programas de acompanhamento do egresso e melhoria da situação do preso, com atendimento médico, dentário, ou mesmo profissionalização. Na prática, cortou verbas.
No ano passado, quando o Brasil quitou a dívida com o FMI, o Funpen teve, em termos reais (considerando a inflação), o segundo menor volume de gastos da história --R$ 61,2 milhões, atrás apenas de 1995, primeiro ano do fundo. Na oposição e em campanha, o PT prometia não bloquear verbas do fundo.
Em 2004, por exemplo, o governo não repassou verba para a construção de novas penitenciárias. No ano passado, houve redução nos recursos do fundo. São Paulo contou com R$ 6,7 milhões.
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