16/07/2006
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00h16
da Agência Folha
Um homem acusado de atuar como chefe interino do PCC (Primeiro Comando da Capital) foi preso neste sábado (15), em um bar na avenida Padre Anchieta, no bairro de Jordanópolis, em São Bernardo do Campo (região metropolitana de São Paulo).
De acordo com a Polícia Civil, Anco Márcio Pereira Maia, 28, o Gordo, teria ficado responsável pela transmissão das ordens dos chefes da organização criminosa na região desde a prisão de Emivaldo Silva Santos, 30, o BH.
Com Gordo, foi preso Nivaldo Monteiro da Cruz, que estaria foragido da Justiça. Temendo uma possível ação de resgate, a Delegacia Seccional de São Bernardo do Campo não divulga a penitenciária em que a dupla está presa.
BH foi preso na noite da última terça-feira (11), quando dirigia seu Audi A3 na rodovia dos Imigrantes, horas antes do começo da série de ataques promovida pelo PCC (Primeiro Comando da Capital).
Os ataques atingiram principalmente ônibus, além de agentes das forças de segurança, prédios públicos e particulares, fóruns, bancos e postos de gasolina. Pelo menos oito pessoas morreram, conforme o último balanço da Secretaria da Segurança Pública. Entre os suspeitos, 78 foram presos e 4, mortos em supostos confrontos com policiais.
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De acordo com a Polícia Civil, Anco Márcio Pereira Maia, 28, o Gordo, teria ficado responsável pela transmissão das ordens dos chefes da organização criminosa na região desde a prisão de Emivaldo Silva Santos, 30, o BH.
Com Gordo, foi preso Nivaldo Monteiro da Cruz, que estaria foragido da Justiça. Temendo uma possível ação de resgate, a Delegacia Seccional de São Bernardo do Campo não divulga a penitenciária em que a dupla está presa.
BH foi preso na noite da última terça-feira (11), quando dirigia seu Audi A3 na rodovia dos Imigrantes, horas antes do começo da série de ataques promovida pelo PCC (Primeiro Comando da Capital).
Os ataques atingiram principalmente ônibus, além de agentes das forças de segurança, prédios públicos e particulares, fóruns, bancos e postos de gasolina. Pelo menos oito pessoas morreram, conforme o último balanço da Secretaria da Segurança Pública. Entre os suspeitos, 78 foram presos e 4, mortos em supostos confrontos com policiais.
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