Dinheiro

Crise no Brasil

O Brasil inicialmente não foi atingido em cheio pela crise --os bancos não possuíam papéis ligados às hipotecas de alto risco ("subprime") que originaram os problemas. Mas vários setores sofreram com a contração de crédito e, em seguida, pela queda das exportações e da demanda interna, que foi o "motor" do crescimento do país nos últimos dois anos. O resultado é o avanço do desemprego e a expectativa de desaceleração no crescimento econômico do país, embora espera-se que fique melhor do que o da maioria dos países desenvolvidos e emergentes.


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Comentários dos leitores
Armando Malato (244) 17/11/2009 17h02
Armando Malato (244) 17/11/2009 17h02
Nada tenho a reclamar por esta posição do Brasil, já que impedindo as exportações de nossos produtos de menor aceitação no mercado exterior, favorece a população interna, com o barateamento dos produtos, por super stoques, ao se considerar que a balança dos prêços é a vela lei da Oferta e Procura.
Se todos exportarem exageradamente suas mercadorias, não as teremos para adquiri-las. Alem do masi, as quinquilharias que vêem da China, custam mais barato que as manufaturadas aqui no Brasil, e compraremos produtos estrangeiros por um prêço bem menor. É só pesar as diferenças e verificar que o adequado é têrmos dolares baratos, ja que nossa produção da maioria de produtos é com matéria prima estrangeira; ou seja temos uma industra de montagens, como é expecificamente a de autómoveis, televisores e muitos eletro-domésticos.
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Sebastião Vicentim (55) 17/11/2009 16h12
Sebastião Vicentim (55) 17/11/2009 16h12
Não está exportando???? - Descubra o mercado interno. Faça isso enquanto os importadores se recuperam da crise. Exportador, é hora de inovar, de criar. Tivemos o caso da Embraer que ficou choramingando a queda das exportações, enquanto sua concorrente canadense diversificou produzindo outro tipo de aeronave. Vamos lá, brasileiros!- Vamos desfrutar do fator humano nas empresas brasileiras, através de seu Capital Intelectual. 1 opinião
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jose valias (344) 17/11/2009 15h35
jose valias (344) 17/11/2009 15h35
É fato que a supervalorização do real vai derrubar nossas exportações, vai facilitar as importações em detrimento de nossa industria e agro-pecuaria e passaremos a importar quinquilharias chinesas e desemprego. o que está valorizando abruptamente o real são as especulações financeiras, se não acharem o equilibrio vamos ter sérios problemas. O Mantega quer, o Meirelles não deixa e o Lula não sabe. A situação melhorou, pode melhorar mais ainda, mas é fundamental um controle de cambio. 4 opiniões
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Essa incrível recuperação de Brasil, China, Japão e (parece) Comunidade Europeia faz lembrar que no já longínquo início de 2008 estávamos às portas de um crescimento gradativo e que ameaçava estourar. Os créditos imobiliários podres dos EUA já eram ameaça antiga até que atingiram proporção explosiva; isto levou à cobrança das dívidas impagáveis dos bancos inescrupulosos e de aplicadores desonestos. Se estes dois problemas financeiros não tivessem acontecido, talvez tivéssemos tido um progresso nunca antes experimentado. O lastro dessa possibilidade talvez tenha permitido a recuperação tão rápida que nos surpreende: a própria elite econômica brasileira prevê crescimento de 5% EM 2010 (se a eleição não atrapalhar! As campanhas estão em tom menor, mas não vão ficar assim por muito tempo). O perigo é o descontrole do dólar, culpa exclusiva dos norte-americanos, que desde a guerra do Vietnâ, vêm produzindo um déficit astronômico, sem nenhum retorno bélico, impagável. Está na hora de o mundo chamar a atenção dos EUA e adverti-los de que ou consertam sua economia ou serão superados, provavelmente pela China. Será que eles não percebem que, se isto acontecer, não vai ser feito com bom-mocismo, mas de forma acachapante sobre o país? O mundo pode caminhar para uma solução. Agora discutem-se problemas que sempre foram deixados de lado. Lula está de olho nisto e percebe-se que elabora uma plataforma para sua eventual volta em 2014, interessado em uma liderança mundial. Acorda, Obama!!! 4 opiniões
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Olmir Antonio de Oliveira (63) 16/11/2009 16h04
Olmir Antonio de Oliveira (63) 16/11/2009 16h04
Mercado, é para negociantes, ocilações fazem parte do cenário......È facíl administrar a exemplo do que se fazia no passado, era só remarcar e o consumidor " o brasileiro" compulsoriamente acabava aceitando, legitimava, justifica a ocorrência, era sacrificado e ainda tinha que ficar agradecido...... O "produtor" o empresário nacional sequer se preocupava em "renegociar" contratos, adequar, equacional, simplesmente repassava e o "povão" aceita compulsoriamente. É de se pensar que as coisas podem ser feitas de outro modo, novos sistemas produtivos.... negociação, novas técnolçogias...... e agilidade administrativa por parte do empresário, mas se for um produtor rural, é de importancia ter em mente que tal atividade de seguir parametros e agilidade empresarial,convem resaltar que tal setor depende em muitos a fatores que podem fugir do alcance do administrador, clima, pragas.... Certo é que não se deve faltar vigilancia com gastos públicos, em especial aos feitos em vesperas de eleições, gastos diversos, blaá blá blá, muita propaganda para pouca obra feita e ou em coisas sem uma útilidade e ou efeito pratico em retorno para o contribuite. Para se prático em tempo de poucos compradores, para itens da exportação, é sabido que existem diversos outros países tentando tambem negociar, em mercado que o consumidor procurar adiar e ou conter as compras, é complicado. È preciso inovas se sobresair aos concorrentes......Ser qualificado e ser lembrado por fazer a diferença. 1 opinião
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Wilson Prado (119) 16/11/2009 15h12
Wilson Prado (119) 16/11/2009 15h12
Capitão Meirelles, se o seu amor pelo país for verdadeiro, fique onde está, por favor. Esta é a sua grande missão. É aí que o país precisa de você.
Repito, por favor, fique e mantenha o Brasil na rota, pois ninguém saberá conduzi-lo como você.
Explicando a simplista analogia: Lembramos o nome do navio e nem sempre o nome do capitão.
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Luis Augusto (8) 16/11/2009 14h59
Luis Augusto (8) 16/11/2009 14h59
Essa semana, o presidente Lula receberá um prêmio em Roma pelo êxito de ser o país que mais contribuiu para a diminuição da fome. Só nos últimos 7 anos foram mais de 10 milhões de brasileiros que sairam da extrema pobreza no país. A política econômica bem sucedida aliada a um forte investimento social e avançoes consolidados no combate à pobreza e geração de emprego e renda, credenciaram o país como um dos mais promissores no planeta. Mais uma vez, os fisiologistas cheios de preconceitos partidários não assumem os avanços do Governo Lula. Só brasileiros tendenciosos e por culpa, ou mera incapacidade reflexiva, não veem o crescimento sem precedentes deste país. Aliás, eu gostaria de alertar a certos postadores, que tanto chamam o presidente de analfabeto, mas o português de muitos postadores deixa muito a desejar! Acho que há muitos pseudo-intelectuais falando besteira por ai... 2 opiniões
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Algumas pessoas que utilizam este espaço para emitir opiniões sobre temas de natureza econômica necessitam retornar aos livros com urgência antes de pronunciar-se sobre assuntos nos quais não possuem bagagem para tal; por exemplo no tocante a políticas públicas é de notório conhecimento entre os Economistas que apenas o crescimento econômico pouco efeito tem sobre o padrão de uma nação quando não se combate (simultaneamente a desigualdade ou assimetrias extremas na redistribuição), sendo não válido como recomendado por alguns estudiosos ações estilo "bolsa família", por exemplo (vide "Pro-Poor Growth: A primer (by Martin Ravallion/ World Bank"). sem opinião
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O Pacificador (220) 16/11/2009 14h09
O Pacificador (220) 16/11/2009 14h09
"Desafio do Brasil agora é administrar o sucesso, diz Meirelles..."
Fique tranquilo Meirelles.
Assim que este governo populista "a La Perón", for expurgado, a "administração do sucesso", será implementada com êxito.
Claro que para isso, será necessário desmanchar os cabidões de emprego montados em empresas como a Petrobras, Eletrobras e tantas outras sufocadas pela cumpanharada sonolenta.
Mas não se preocupe Meirelles, faremos isso tudo, e muito mais, com todo o prazer...
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carmem santos (19) 16/11/2009 13h28
carmem santos (19) 16/11/2009 13h28
Eu como brasileira quero pedir a esse presidente que para de gastar o nosso dinheiro em viagem inuteis, o rio estor em baixo de água e ele viajando só para falar o que todos nós sabemos, venha cuidar do seu pais, por favor....se é vc. gosta dele...... sem opinião
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Fernando Antonio Lopes (51) 16/11/2009 12h50
Fernando Antonio Lopes (51) 16/11/2009 12h50
Esse número que o ministro falou em termos de criação de empregos, deve ser em função de cabos eleitorais, já que tem eleições em 2010 sem opinião
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antonio goncalves (429) 16/11/2009 12h21
antonio goncalves (429) 16/11/2009 12h21
BOM DIA, CASSIO TAVARES,GOSTEI DE SEU PONTO DE VISTA, REALEMNTE CONCORDO COM VC,O BRASIL ESTA CRESCEDNO COMO NUNCA,MAIS INFELISMENTE AINDA EXISTE PESSOAS NO QUE VOCE SE REFERIU QUE NAO SABE FAZER NADA NESTE FORUN OU NA VIDA A NAO SER RECLAMAR, VIVER COM O NEGATIVISMO SEMPRE DE SEU LADO COMO UMA SOMBRA.GENTE O BRASIL ESTA SENDO O PAIS DAS OPORTUNIDADES O QUE VOCES QUIZEREM FAZER TEM FUTURO JA NAO E AQUELE PAIS ATRAZADO DE ANTES,O BRASIL JOJE MUDOU, GENTE,PARA ESTAS PESSOAS QUE NAO SABEM FAZER OUTRA COISA A NAO SER RECLMAR,MUDEM ESTA CABECA,VAO A LUTA.DEIXEM DE LADO AQUELA SOBRA QUE E AS COISAS NEGATIVAS.PORQUE TENHO CERTEZA NO DIA QUE PESSOAS ASIM, QUE NAO SABEM FAZER OUTRA COISA A NAO SER RECLAMR,JAMAIS VAI CRESCER NA VIDA ,SEMPRE VAI VIVER ASIM,POBRE, AMARGADO,INFELIZ.E TERMINAM A VIDA ASIM, VEGETANTO SEM FUTURO 1 opinião
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Cassio Tavares (678) 16/11/2009 11h35
Cassio Tavares (678) 16/11/2009 11h35
Celso Assis antes de ficar dando aí palpite furado voce podia era consultar o Index Mundi que é um orgão que publica os avanços e recuos das economias das nações.
Voce verá lá que o PIB do Brasil já deixou o da Itália no chinelo, aliás como já havia dito anteriormente o Ministro Guido Mantega. Portanto nós já temos a principal credencial para em pouco tempo termos direito a uma cadeira no G-8. O PIB da França está um pouco a nossa frente mas será o próximo a ser alcançado. Acontece também é que a Itália terá esse ano um PIB negativo de - 5,2% que foi até comemorado pelo Berlusconi porque os economistas estavam prevendo um PIB da Itália para 2.009 de - 5,5%. E o homem comemorou. Ou seja, o Brasil este ano já vai deixar a Itália ainda mais longe. A Ministra Angela Merkel por sua vez declarou que o PIB da Alemanha vai recuar esse ano de - 4,5% a - 5%. É outra que se bobear nós pega. Os Estados Unidos publicou a última projeção para o PIB de 2.009 e também vai recuar - 3,6%. Por isso Celso procure se informar melhor antes de colocar aí no forum um comentário desses, que no fim não passa de um mero palpite. E agora é o Banco Mundial que afirma que o Brasil será a 5ª economia do mundo, entre 2.014 e 2.020. TE CUIDA GENTE, QUE O BRASIL VEM QUENTE.
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Leucio Da Mota Barbosa (221) 16/11/2009 11h13
Leucio Da Mota Barbosa (221) 16/11/2009 11h13
Em Roma, Lula é premiado por ONG por sucesso na luta contra a fome
Em Londres Lula recebe o premio de melhor estadista do mundo em 2009 .
A maior revista de economia do mundo the economist faz reportagem de capa sobre o Brasil e Lula , dizendo qe o Brasil finalmente decolou e mostra qe o futuro chegou para o Brasil .
A revista Newsweek a maior dos Estados Unidos , faz uma grande reportagem sobre lula e diz que é o politico mais popular da terra .
Enquanto isto por aqui o PIG e o PCG que em lugar de pensar com a cabeça pensa com o figado , sofrem muito por saber que Lula tem tanto sucesso no Brasil com 80 por cento de aprovação e no exterior que é unanimidade .
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Mauricio Anadrade (552) 16/11/2009 10h32
Mauricio Anadrade (552) 16/11/2009 10h32
Tem gente aqui que vive em outro planeta. Na tentativa de desqualificar os méritos do governo inventam de tudo. Claro que os fatos, ou seja, aquilo que o brasileiros sente a cada dia, contradiz tudo o que os pessimistas de plantão falam.
Agora de olharmos o que a mídia internacional pública sobres os bons numeros do Brasil, ai fica brincadeira de criança.
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Eduardo Giorgini (431) 16/11/2009 09h34
Eduardo Giorgini (431) 16/11/2009 09h34
"Mercado prevê alta de 5% no PIB em 2010 pela primeira vez no ano"
Infelizmente a contenção de gastos na éra FHC é uma medida de segurança para a inflação equilibrio do governo.
Governo gastar para dar sensação de que estamos indo bem é uma saída rápida para o problemas.
E vejam bem, o PAC, "Minha Cada Minha vida", "Bolsa Família" dentre outros problemas, estão sendo condizidos sem crítérios de fiscalização, e essse dinheiro irá faltar no futuro.
Expansão das Universidades Federais já está causando o sulcateamento, piorando a qualidade do ensino público superior.
[]s
Eduardo.
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Rodrigo Abate (3) 15/11/2009 11h10
Rodrigo Abate (3) 15/11/2009 11h10
PARTE 1 Para "joao martins." O beneficio de uma balança comercial positiva é de grande valia para uma nação, porém, trás algumas conseqüências indesejáveis e que pode desestruturar uma nação por completo se não for combatido. Para o Brasil esse acúmulo de moeda estrangeira no Banco Central causado pelo Superávit comercial pode nos beneficiar de algumas maneiras Não precisamos mais depender da vontade do FMI para nos emprestar dólares. Estamos mais preparados a movimentos cíclicos de retirada repentina de capital estrangeiro sem maiores problemas de desvalorização cambial Adquirimos mais confiança dos investidores externos para imobilizarem seu capital aqui no Brasil. Temos um balanço de pagamentos deficitário, mas em menor dimensão que o superávit comercial, podemos assim saldar novas retiradas com tranquilidade. Mas como tudo em economia tem seu lado positivo e negativo, (e é isso que define o posicionamento dos políticos no poder aos da oposição pois cada um foca o lado de acordo com o seu papel no governo...hauahauh) esse contínuo saldo positivo na balança comercial provoca uma força de valorização cambial constante e problemática que se não remediada pode trazer serias consequencias. Resultado disso: 1°- As importações ficam relativamente mais caras (não somos detentores de tecnologia para produzir a maioria das nossas maquinas, nem produzir componentes eletrônicos e por isso uma desvalorização implicaria no aumento dos custos de produção) e, sem opinião
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Rodrigo Abate (3) 15/11/2009 11h07
Rodrigo Abate (3) 15/11/2009 11h07
PARTE II
2° - O governo (banco central) tem que estar sempre comprando dólares do mercado para manter a taxa de cambio estabilizada. Essa operação provoca um aumento das reservas (que é, até certo ponto, positiva, mas isso já expliquei acima. Hoje as reservas brasileiras chegam a quase 300 bi de U$S) e esse aumento da oferta total de moeda brasileira aqui no pais por causa da compra de dolares, possibilita aumento inflacionário. Para combater esse aumento, o governo é obrigado e retirar essa moeda de circulação. E o faz aumentando a emissão de títulos, esses títulos pagam juros aos seus detentores e assim contribui para o aumento da DIVIDA INTERNA DO BRASIL.
Por isso, o comentário do problema do superávit comercial...
Abraçoes
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celso assis (71) 13/11/2009 22h19
celso assis (71) 13/11/2009 22h19
Puxa é dinheiro pra burro emprestado, hem!!!!
Falam que o indice de endividamento de 46% do PIB é baixo, pois em outros Paises este indice é bem mais alto. Ora creio que cada Pais tem suas particularidades como carga tributária, renda per capita, juros cobrados nos empréstimos, credibilidade da midia informativa, etc.
Só continuo achando que 1,4 trilhões de reais é dinheiro pra burro, ainda mais que aqui os devedores inadimplentes após renegoaciarem seus calotes, são novamente considerados adimplentes. Se uma pessoa não pagou na primeira vez, o que a levará a pagar apósa renegoaciação ?(só se ela ganhar na loteria, tiver um aumento salarial significativo, ou casar com conjuge rico)
Qdo até o presidente do Bco. Central, que é um dos poucos lúcidos neste governo, demonstra preocupação, imaginem o que pode vir por ai, lógico que a imprensa será a última a divulgar
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Adolfo Julio dos Santos (23) 13/11/2009 17h31
Adolfo Julio dos Santos (23) 13/11/2009 17h31
Excelente, concordo com o Valentin! Com os bancos fortes, ajudamos a ter uma economia sólida! Cautela é preciso sim pois se a inadimplência subir, pra cobrir os gastos com os maus pagadores, os bancos terão de subir seu spread, deixando seus clientes um tanto "insatisfeitos". 8 opiniões
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