Crise já impacta aviação e Anac prevê crescimento menor em 2009
CIRILO JUNIOR
da Folha Online, no Rio
A crise financeira internacional já impacta o setor aéreo, segundo avaliação da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil). Em 2008, o fluxo de passageiros no mercado brasileiro deverá crescer 7% em relação a 2007. Anteriormente, a agência projetava um incremento entre 8% e 10%.
"Já teve uma redução do movimento no segundo semestre, por conta da crise", admitiu a diretora-presidente da Anac, Solange Vieira.
A estimativa para 2009 é ainda pior, acrescentou Vieira. A projeção para o ano que vem também foi refeita, e agora, a agência trabalha com uma expansão variando de 3% a 5%. Antes da crise, a Anac previa uma expansão de pelo menos 8% do mercado de aviação.
"A gente acha que o crescimento vai ficar em 4%, mas nossas companhias estão com folga financeira para passar por esse período", afirmou Vieira, ressaltando que a maior parte do faturamento das companhias é oriunda do movimento no mercado doméstico.
Natal sem crise
Solange Vieira fez um balanço da atuação da Anac em 2008 e considerou os resultados positivos. Ela destacou a redução no número de atrasos e de cancelamentos de vôos na comparação com 2007. Há um ano, segundo a Anac, cerca de 30% dos vôos tinham atrasos superiores a 30 minutos. Atualmente, o volume de atrasos nesse nível atinge 15% dos vôos. Quanto aos cancelamentos, a média caiu de 7% para 2,5%, destacou a diretora.
"Acho que o serviço das companhias começam a mostrar sinais de melhora e a gente está mostrando para o setor que estão vindo os bons tempos agora", observou.
A diretora descartou a possibilidade de que ocorra, no final deste ano, situações semelhantes às que foram observadas durante o caos aéreo. Vieira disse que a Anac e o ministério da Defesa se reuniram com as empresas aéreas, que garantiram que já tomaram atitudes para evitar transtornos aos passageiros. "O Natal vai ser o último teste, aí todos esquecerão o passado."
A Anac intensificará a fiscalização nos aeroportos durante as festas de fim de ano, segundo a diretora. Diante da possibilidade de greve de aeronautas e aeroportuários, Vieira garantiu que a Anac estará trabalhando para minimizar os efeitos da paralisação. Segundo ela, caso haja problemas mais graves, a Aeronáutica poderá ser acionada para fazer vôos emergenciais.
"Se tudo ficar paralisado, o que não acreditamos que irá acontecer, poderemos acionar a Aeronáutica para alguns vôos, como se, por exemplo, alguns doente precisar ser transportado", declarou.
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Especial


Os especialistas se baseam em economias de primeiro mundo, onde as pessoas são mais "mimadas" e dependentes das parafernálias de consumo ficando mais vulneráveis à crises.
Nós, brasileiros, estamos acostumados com a crise. Temos uma cultura de recessão ao longo de nossa história, ou seja, não sofremos muito com eventuais problemas economicos.
Para viver no Brasil, tem que ser forte e lutador
[]s
Eduardo.
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Estou indignado com este Sr Krugman, premio Nobel de Economia, com o que ele falou sobre o Brasil. Ele positivamente não sabe nada, e deveria fazer estágio com:
- certos comentaristas de tele jornais que foram outrora famosos, e boa parte de midia - influenciadores que foram influenciados por algum fator motivacional,
- nossos banqueiros e empresários em que só os otários acreditam,
- pessao ligado a Bovespa, Creci, Secovi que só falam o que lhes interessam.
Afinal de contas Sr. Krugman, nós temos a Copa de 2014, e Olimpiadas de 16, tb com apagões energéticos, aéreos, transito caótico, saneamento básico ruim, dengue, meningite, politicos, etc
Olha tb temos o pré-sal, que produzirá no final da década que ainda vais iniciar-se, o óleo mais "salgado" do mundo. Para extrai-lo vão ser necessário muitos dolares por barril, muitas vezes mais que nos outros Paises. Lógico que qto mais se gasta, menso se ganha.
Bem feito sr. Krugman, o Jornal da Band, e o Nacional boicotaram vc, e nada noticiaram sobre seus palpites furados.
E VIVA NÓIS
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