06/03/2007
-
20h19
Os estilistas da Dolce & Gabbana afirmaram nesta terça-feira que vão retirar o anúncio publicitário (em que um homem agarra uma mulher pelos pulsos) que resultou em polêmica nos últimos dias.
Por causa da propaganda, o sindicato de trabalhadores do setor têxtil na Itália, CGIL, pediu pelo boicote aos produtos Dolce & Gabbana no Dia Internacional da Mulher (8/3).
Acusados de violência contra as mulheres, Domenico Dolce e Stefano Gabbana disseram em comunicado que a grife declarou que decidiu cancelar a campanha. "Vamos recriar o jogo da sedução na campanha para ressaltar a beleza de nossas coleções", disseram.
O grupo de direitos humanos Anistia Internacional também pediu pela retirada do anúncio, dizendo que poderia representar violência contra a mulher.
"Nunca foi nossa intenção ofender ninguém ou promover violência contra as mulheres", disseram os estilistas.
Com agências internacionais
Leia mais
Parlamentar italiana quer corrigir comercial da Dolce & Gabbana
Tapete vermelho do Oscar revela elegância e mau gosto das atrizes
Espanha considera anúncio de D&G ofensivo a mulheres
Gisele Bündchen é inspiração para novo perfume de Dolce & Gabbana
Especial
Leia o que já foi publicado sobre D&G
Dolce & Gabbana decide retirar de circulação anúncio polêmico
Publicidade
da Folha OnlineOs estilistas da Dolce & Gabbana afirmaram nesta terça-feira que vão retirar o anúncio publicitário (em que um homem agarra uma mulher pelos pulsos) que resultou em polêmica nos últimos dias.
| Divulgação |
![]() |
| Espanha considerou campanha (foto) da grife Dolce & Gabbana "ofensiva" às mulheres |
Acusados de violência contra as mulheres, Domenico Dolce e Stefano Gabbana disseram em comunicado que a grife declarou que decidiu cancelar a campanha. "Vamos recriar o jogo da sedução na campanha para ressaltar a beleza de nossas coleções", disseram.
O grupo de direitos humanos Anistia Internacional também pediu pela retirada do anúncio, dizendo que poderia representar violência contra a mulher.
"Nunca foi nossa intenção ofender ninguém ou promover violência contra as mulheres", disseram os estilistas.
Com agências internacionais
Leia mais
Especial


