11/05/2006
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13h54
O Yahoo! afirmou nesta quinta-feira estar buscando o apoio do governo norte-americano para ter mais liberdade na China. Neste país, conhecido pelo rígido controle à internet, as empresas têm de sujeitar suas operações a rígidas leis.
No mês passado, o Yahoo! foi acusado de colaborar com autoridades chinesas na prisão de um blogueiro. Terry Semel, diretor-executivo da organização, afirmou que as empresas com operação na China não têm outra escolha; elas devem obedecer o governo local.
No início deste ano, o Google fez uma alegação parecida. "Para operarmos na China, tivemos de remover informações disponíveis no Google.cn, obedecendo às leis, regras e políticas locais. Apesar de esta ação não estar de acordo com nossa missão, deixar de oferecer o serviço seria ainda pior", justificou Andrew McLaughlin, do conselho de políticas do Google.
"Os governos podem mudar outros governos, com quem têm relações. Já tentamos, e vamos continuar tentando, obter o apoio de nosso governo para nos ajudar a resolver esta questão", afirmou Semel. O executivo descartou encerrar as operações na China, que só fica atrás dos EUA na quantidade de internautas.
Com agências internacionais
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da Folha OnlineO Yahoo! afirmou nesta quinta-feira estar buscando o apoio do governo norte-americano para ter mais liberdade na China. Neste país, conhecido pelo rígido controle à internet, as empresas têm de sujeitar suas operações a rígidas leis.
No mês passado, o Yahoo! foi acusado de colaborar com autoridades chinesas na prisão de um blogueiro. Terry Semel, diretor-executivo da organização, afirmou que as empresas com operação na China não têm outra escolha; elas devem obedecer o governo local.
No início deste ano, o Google fez uma alegação parecida. "Para operarmos na China, tivemos de remover informações disponíveis no Google.cn, obedecendo às leis, regras e políticas locais. Apesar de esta ação não estar de acordo com nossa missão, deixar de oferecer o serviço seria ainda pior", justificou Andrew McLaughlin, do conselho de políticas do Google.
"Os governos podem mudar outros governos, com quem têm relações. Já tentamos, e vamos continuar tentando, obter o apoio de nosso governo para nos ajudar a resolver esta questão", afirmou Semel. O executivo descartou encerrar as operações na China, que só fica atrás dos EUA na quantidade de internautas.
Com agências internacionais
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