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16/05/2007 - 10h35

Escândalos sexuais invadem o mundo virtual de Second Life

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GUSTAVO VILLAS BOAS
Colaboração para a Folha de S.Paulo

Second Life não é, definitivamente, um paraíso. Na semana passada, estupro virtual e pedofilia, ambos dentro do jogo, foram debatidos em blogs e sites especializados.

Segundo o blog sobre cibersexo Sex Drive (www.wired.com/commentary/sexdrive) a polícia belga está investigando alegações de estupro dentro de Second Life.

O crime se daria por meio de assédio com palavras, imagens, programas maliciosos etc. que, sem consentimento, seriam usados contra um personagem.

As acusações de pedofilia são de outra natureza. Em Second Life, é possível reencarnar em qualquer forma, até a de uma criança. A parte principal do jogo é proibida para menores --existe uma versão para eles.

O que acontece dentro do mundo virtual, segundo o jornal inglês "The Guardian", são encontros pagos onde algumas pessoas são representadas como crianças --e vendem sexo.

Alguns participantes dessas reuniões acabam por apresentar negociantes de pedofilia bastante real, segundo um repórter alemão.

Ainda de acordo com o jornal, pornografia infantil, mesmo que virtual, é passível de prisão na Alemanha, onde o caso está sendo investigado.

A Linden Lab, produtora do mundo virtual, está atenta às denúncias. No blog de Second Life, a empresa diz que, em pouco tempo, vai pedir confirmação de identidade de todos os usuários do mundo virtual.

Os norte-americanos vão ter que informar parte do número de documentos, e os estrangeiros vão usar o passaporte. Gratuitamente, só é possível criar um personagem no universo de Second Life.

 

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