28/12/2006
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18h47
Um dos advogados de Saddam Hussein, Giovanni Di Stefano, afirmou hoje em entrevista televisiva que pediu aos Estados Unidos que não entreguem o ex-presidente iraquiano, que consta como prisioneiro de guerra americano, às autoridades iraquianas para ser executado.
Di Stefano disse no canal via satélite "Sky" que os Estados Unidos "têm em suas mãos" o futuro de Hussein e que pode negar-se a entregar o ex-ditador ao Iraque "por não ter tido um julgamento justo".
O advogado italiano afirmou que enviou este pedido à Comissão de Direitos Humanos dos Estados Unidos e que considerou o processo contra Saddam "um julgamento político".
Di Stefano anunciou que verá o ex-ditador iraquiano em 4 de janeiro, após a autorização das autoridades americanas, desmentindo, portanto, que a execução de Saddam fosse ocorrer antes dessa data.
Além disso, o advogado afirmou que o ex-ditador iraquiano "é um homem forte, que sofreu muito" e que "está preparado para morrer".
Na terça-feira passada, o Tribunal de Cassação Penal iraquiano ratificou a sentença de morte contra Saddam Hussein e seus dois ex-colaboradores, ditada em novembro por um tribunal especial, que o declarou culpado pelo assassinato de 148 xiitas da aldeia de Dujail.
Segundo a legislação do país, a condenação à morte deve ser aplicada em um prazo máximo de 30 dias.
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Advogado pede que EUA não entreguem Saddam Hussein à morte
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da Efe, em RomaUm dos advogados de Saddam Hussein, Giovanni Di Stefano, afirmou hoje em entrevista televisiva que pediu aos Estados Unidos que não entreguem o ex-presidente iraquiano, que consta como prisioneiro de guerra americano, às autoridades iraquianas para ser executado.
Di Stefano disse no canal via satélite "Sky" que os Estados Unidos "têm em suas mãos" o futuro de Hussein e que pode negar-se a entregar o ex-ditador ao Iraque "por não ter tido um julgamento justo".
O advogado italiano afirmou que enviou este pedido à Comissão de Direitos Humanos dos Estados Unidos e que considerou o processo contra Saddam "um julgamento político".
Di Stefano anunciou que verá o ex-ditador iraquiano em 4 de janeiro, após a autorização das autoridades americanas, desmentindo, portanto, que a execução de Saddam fosse ocorrer antes dessa data.
Além disso, o advogado afirmou que o ex-ditador iraquiano "é um homem forte, que sofreu muito" e que "está preparado para morrer".
Na terça-feira passada, o Tribunal de Cassação Penal iraquiano ratificou a sentença de morte contra Saddam Hussein e seus dois ex-colaboradores, ditada em novembro por um tribunal especial, que o declarou culpado pelo assassinato de 148 xiitas da aldeia de Dujail.
Segundo a legislação do país, a condenação à morte deve ser aplicada em um prazo máximo de 30 dias.
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