20/05/2007
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19h53
Ao menos 39 pessoas morreram nos confrontos entre forças libanesas e militantes do grupo extremista palestino Fatah Al Islam, acusado de ter vínculos com a rede terrorista Al-Qaeda.
Segundo informações da Associated Press, entre os mortos estão 22 soldados libaneses e 17 extremistas. Já a France Presse informa que 23 soldados do Exército libanês morreram. A Reuters diz que o total de mortos chega a 50.
O enfrentamento entre as forças de segurança libanesas e milicianos do Fatah começaram na madrugada deste domingo, no campo de refugiados de Nahr el-Bared, nas proximidades de Trípoli, onde se calcula que vivem cerca de 30.000 pessoas.
O confronto começou quando o Exército libanês perseguia integrantes da milícia Fatah.
Cerca de 30 militares, 16 policiais, sete civis libaneses e 40 refugiados palestinos também ficaram feridos nos confrontos, os mais graves registrados na região desde os ocorridos entre o exército libanês e os fundamentalistas muçulmanos sunitas entre 31 de dezembro de 1999 e 6 de janeiro de 2000, que deixou 45 mortos.
Na noite deste domingo, uma explosão no bairro cristão de Achrafié de Beirute matou uma mulher de 63 anos e deixou mais dez pessoas feridas, segundo um responsável das Forças de Segurança Interna e fontes de hospitais.
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Especial
Leia o que já foi publicado sobre o Fatah al Islam
Confronto entre exército libanês e Fatah deixa ao menos 39 mortos
da Folha OnlineAo menos 39 pessoas morreram nos confrontos entre forças libanesas e militantes do grupo extremista palestino Fatah Al Islam, acusado de ter vínculos com a rede terrorista Al-Qaeda.
Segundo informações da Associated Press, entre os mortos estão 22 soldados libaneses e 17 extremistas. Já a France Presse informa que 23 soldados do Exército libanês morreram. A Reuters diz que o total de mortos chega a 50.
O enfrentamento entre as forças de segurança libanesas e milicianos do Fatah começaram na madrugada deste domingo, no campo de refugiados de Nahr el-Bared, nas proximidades de Trípoli, onde se calcula que vivem cerca de 30.000 pessoas.
O confronto começou quando o Exército libanês perseguia integrantes da milícia Fatah.
Cerca de 30 militares, 16 policiais, sete civis libaneses e 40 refugiados palestinos também ficaram feridos nos confrontos, os mais graves registrados na região desde os ocorridos entre o exército libanês e os fundamentalistas muçulmanos sunitas entre 31 de dezembro de 1999 e 6 de janeiro de 2000, que deixou 45 mortos.
Na noite deste domingo, uma explosão no bairro cristão de Achrafié de Beirute matou uma mulher de 63 anos e deixou mais dez pessoas feridas, segundo um responsável das Forças de Segurança Interna e fontes de hospitais.
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