Mundo
08/09/2007 - 22h54

Evo Morales chega à Venezuela para adiantar acordos energéticos

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da Efe
da France Presse

O presidente boliviano Evo Morales chegou neste sábado a Puerto Ordaz (650 km de Caracas) para se reunir com seu colega venezuelano Hugo Chávez e adiantar os acordos energéticos assinados no início de agosto.

Evo Morales e a delegação boliviana foram recebidos por Chávez no aeroporto Manuel Piar, em Macagua, onde se reuniram para continuar com os compromissos assinados.

Morales e Chávez darão seguimento a um conjunto de acordos --que incluem a instalação de um complexo petroquímico, uma usina de termoeletricidade e o desenvolvimento de planos de exploração compartilhada de petróleo no norte de La Paz.

"Temos uma agenda aberta com temas políticos, energéticos, petroquímicos, sobre o ferro, a siderurgia e muitas outras coisas", declarou Morales. "Temos de trabalhar por nossos povos, discutir programas, atender necessidades urgentes e complementar nossas economias dentro da Alba [Alternativa Bolivariana para as Américas]", acrescentou o governante boliviano.

Chávez ratificou o discurso de Morales e o qualificou de "porta-estandarte das lutas sociais na América Latina e no mundo." O governante venezuelano disse ainda que durante a reunião informará a Morales sobre o andamento das negociações para um acordo humanitário na Colômbia.

Chávez afirmou também que Morales pode participar neste domingo de seu programa semanal, "Alô, Presidente!", mas não quis confirmar a presença do governante boliviano.

Os dois presidentes comentaram ainda a situação política boliviana e afirmaram que a vontade popular será imposta sobre os "interesses da oligarquia", que trabalha para "frear" as reformas impulsionadas pelo governo de maneira "democrática e pacífica."

"Peço a Deus que a oligarquia boliviana e o império que a maneja não frustrem o caminho pacífico", expressou Chávez.

Durante uma recente visita à Bolívia, Chávez se comprometeu a prover recursos para a instalação de uma termoelétrica no centro da Bolívia e de uma usina que separa líquidos de gás no sul do país. Os investimentos devem superar 1,1 milhão de dólares.

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Comentários dos leitores
Santos Júnior (323) 05/12/2009 12h26
Santos Júnior (323) 05/12/2009 12h26
Recentemente as Farcs incendiaram um ônibus que dentre os passageiros, meia-dúzia de crianças morreram carbonizadas.A onda de violência vem de toda a parte e não apenas da América do Norte.Em gaza a política fanática do Hamas também mata.Não vejo que justificar a morte de inocentes diante da dominação imperial seja a saída para buscar a paz.Não é os EUA ou a Colômbia que sempre aparecem na mídia falando em preparativos para uma suposta guerra por aqui e sim Hugo Cháves.As farcs trocam cocaína por armas e também não vejo esta atitude como uma busca pela paz.Vamos para com esta hipocrisia e aceitarmos que a violência vem de todos os lados e gerar violência para combater outra, envolvendo inocentes no meio da patifaria nunca fserá a saída. sem opinião
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Eduardo Carvalho (27) 02/12/2009 08h19
Eduardo Carvalho (27) 02/12/2009 08h19
É até engraçado ver o Lula dizer que vai realizar reunião para resolução das dferenças entre colômbia e Venezuela... quem é Lula senão o governante que deixa que outros cantem de galo sobre seu país, que deixa que refinarias da Petrobrás sejam tomadas de assalto por forças armadas de países infinitamente mais fracos que o nosso... fala sério... em uma "reunião" destas, ganharia que falasse mais alto, e adivinhem quem seria?!? Está cada dia mais complicado ver as atitudes de nosso governante, que desde o cmeço do mandato só se alia a gente corrupta. Tá muito difícil aguentar o Chavez mandando na gente... e olha que ele ainda nem tá conseguindo morder... apenas ladrar. Imaginem quando ele tiver força militar suficiente para começar alguma bagunça de verdade nest circo populista em que se transformou a América do Sul? 1 opinião
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J. R. (1184) 02/12/2009 05h13
J. R. (1184) 02/12/2009 05h13
Iniciativas pela construção da paz tem que ser apoiadas, mesmo que desafiem a supremacia estadunidense, que muitos "se derretem" quando se fala dela. Um dia seremos "todos brasileiros", quando os que se sentem americanos seguirem seu caminho para a 'terra prometida'. 1 opinião
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