Vice dos EUA faz visita-surpresa ao Iraque dois dias após retirada
da Folha Online
O vice-presidente dos Estados Unidos, Joseph Biden, chegou nesta quinta-feira de surpresa a Bagdá, capital iraquiana, onde vai se reunir com autoridades e avaliar o resultado da retirada das tropas americanas das grandes cidades e centros urbanos, há dois dias, informou a Casa Branca.
Em nota emitida em Washington, a Casa Branca disse que, enquanto estiver em Bagdá, Biden cumprimentará as tropas americanas e se reunirá com o primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, o presidente, Jalal Talabani, e outras autoridades.
Segundo a Casa Branca, Biden vai reiterar o compromisso americano com os acordos que fez com o Iraque, que preveem a retirada completa das tropas dos EUA nos próximos dois anos.
Os planos do Governo americano é concluir o retorno dos soldados em combate até setembro de 2010 e retirar todos os seus militares até o fim de 2011. Assim, ficarão no país apenas militares responsáveis por treinamento das forças de segurança locais.
O vice-presidente também vai expressar às autoridades iraquianas a necessidade de serem alcançados progressos no processo político.
A mensagem foi reiterada nos últimos dias pelos pedidos do presidente Barack Obama para que Maliki aja de maneira mais contundente por uma verdadeira cooperação entre sunitas, xiitas e curdos na divisão dos poderes.
A cooperação é essencial para evitar que o país retorne à rotina de violência sectária entre diferentes facções religiosas, que marcou o governo do ditador Saddam Hussein, derrubado pelas forças americanas, e os primeiros anos do conflito.
Biden afirmou estar otimista sobre o futuro do Iraque, mas afirmou que ainda há muito trabalho a fazer.
"Este é um momento quando nós temos que ter certeza que os iraquianos não tirem o olho do grande prêmio", disse.
Com agências internacionais
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Já se tem mais de 100 mil Marines dos EUA, se mandar mais uns 100 mil vai continuar a mesma coisa. E sabem porque??? Simples guerra que começa mal, termina muito mal. Esta guerra contra Saddan já deu o que tinha que dar. Os EUA podem ficar lá por maism10 anos, que em nada vai adiantar.
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