08/03/2005
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15h17
Em 1º de setembro, um grupo terrorista invadiu uma escola em Beslan, na Ossétia do Norte, e fez mais de mil reféns, entre alunos, pais e professores.
Eles reivindicavam a libertação de prisioneiros envolvidos em ações terroristas na Inguchétia, assim como a retirada e fim da ação das tropas russas na Tchetchênia, uma República da Federação russa que tem forte influência islâmica e que declarou independência em 1991. A Tchetchênia foi reanexada à Federação em 1994.
Os terroristas ameaçaram matar 50 crianças para cada rebelde morto e 20 para cada ferido. A ação durou três dias. No segundo deles, foram libertadas 26 pessoas, entre mulheres e crianças.
O presidente russo, Vladimir Putin, tentou negociar uma solução pacífica, para evitar que o atentado na Ossétia do Norte tivesse o mesmo fim da invasão de um teatro em Moscou, em outubro de 2002, quando 129 reféns foram mortos.
Na última sexta-feira, forças de segurança russas invadiram a escola para tentar resgatar os reféns. A intervenção das forças especiais, segundo o governo russo, não estava planejada --a ação teria ocorrido após uma explosão no teto do ginásio, que propicionou a fuga de alguns reféns e a reação dos terroristas.
Ao menos 338 reféns morreram na ação --entre elas, cerca de 150 crianças.
Com agências internacionais
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da Folha OnlineEm 1º de setembro, um grupo terrorista invadiu uma escola em Beslan, na Ossétia do Norte, e fez mais de mil reféns, entre alunos, pais e professores.
Eles reivindicavam a libertação de prisioneiros envolvidos em ações terroristas na Inguchétia, assim como a retirada e fim da ação das tropas russas na Tchetchênia, uma República da Federação russa que tem forte influência islâmica e que declarou independência em 1991. A Tchetchênia foi reanexada à Federação em 1994.
Os terroristas ameaçaram matar 50 crianças para cada rebelde morto e 20 para cada ferido. A ação durou três dias. No segundo deles, foram libertadas 26 pessoas, entre mulheres e crianças.
O presidente russo, Vladimir Putin, tentou negociar uma solução pacífica, para evitar que o atentado na Ossétia do Norte tivesse o mesmo fim da invasão de um teatro em Moscou, em outubro de 2002, quando 129 reféns foram mortos.
Na última sexta-feira, forças de segurança russas invadiram a escola para tentar resgatar os reféns. A intervenção das forças especiais, segundo o governo russo, não estava planejada --a ação teria ocorrido após uma explosão no teto do ginásio, que propicionou a fuga de alguns reféns e a reação dos terroristas.
Ao menos 338 reféns morreram na ação --entre elas, cerca de 150 crianças.
Com agências internacionais
Especial

