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Titulares absolutos brilham e garantem vitória da seleção em jogo marcado por violência

MARTÍN FERNANDEZ ENVIADO ESPECIAL A BOSTON

Num amistoso que deveria servir para o técnico da seleção brasileira, Luiz Felipe Scolari, observar novidades e alternativas, quem brilhou foram os figurões.

Com atuações soberbas de Thiago Silva e Neymar, o time brasileiro bateu Portugal, que não teve Cristiano Ronaldo, por 3 a 1, em Boston.

Mais uma vez a equipe se virou bem sem vários titulares --casos de Daniel Alves, Marcelo, Hulk, Oscar e Fred.

No entanto, ao contrário do que aconteceu contra a Austrália, no sábado, em Brasília, seus reservas tiveram atuações discretas.

Num jogo marcado por disputas duras e divididas exageradas, brilharam os titulares absolutos, os que na prática já estão na Copa de 2014.

Levou seis minutos para ficar claro que não se tratava de um amistoso: João Pereira, lateral direito de Portugal, acertou Neymar sem a bola e recebeu cartão amarelo.

Um minuto depois, um lançamento para Neymar terminou num encontrão entre o zagueiro Pepe e o goleiro Rui Patrício. Após muita reclamação dos portugueses, amarelo para o atacante brasileiro.

Entre um lance violento e outro, gols. Portugal abriu o placar em erro incrível de Maicon. Ao tentar recuar de cabeça para Júlio César, deu a bola nos pés de Raul Meireles, livre para marcar.

O Brasil levou seis minutos para empatar. Neymar bateu escanteio, e Thiago Silva subiu muito mais do que seu marcador (Miguel Veloso) para fazer um golaço de cabeça.

O capitão correu para comemorar com Maicon, responsável pelo gol português.

Empatada a partida, a pancadaria recomeçou. Bruno Alves, companheiro de Pepe, acertou uma cotovelada em Neymar. Poucos minutos depois, pisou em Bernard com o jogo já interrompido.

A diferença do que fizeram os dois times no primeiro tempo ficou clara: dez finalizações e quatro faltas do Brasil; três finalizações e nove faltas de Portugal.

Neymar respondeu a tudo isso com um dos mais belos gols que já fez na seleção. Arrancou da esquerda para o meio, em diagonal, deixando portugueses pelo caminho antes de bater cruzado: 2 a 1.

Tudo que o primeiro tempo teve de bom, de movimentado, o segundo teve de preguiçoso. A exceção foi Neymar, como de costume.

Do camisa 10 nasceu o lançamento para Maxwell, que cruzou para Jô fazer 3 a 1. O jogo esfriou a partir daí. Júlio César teve pouco trabalho, e o Brasil sempre esteve mais perto de fazer o quarto gol do que de tomar o segundo.


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