Mundial de Clubes terá campanha de Fifa e OMS por vacinação contra Covid-19

Entidades promoverão ações no torneio do Qatar, que contará com o Palmeiras

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Bruxelas

A Fifa planeja usar o Mundial de Clubes, que será realizado no Qatar de 4 a 11 de fevereiro com a presença do Palmeiras, como vitrine de uma nova campanha da entidade em parceria com a OMS (Organização Mundial da Saúde), que terá anúncios na TV e mensagens nos estádios.

Nos vídeos, os capitães de times reiteram medidas para evitar o contágio por Sars-Cov-2, como usar máscaras, lavar as mãos, manter distância e evitar aglomerações e locais fechados.

A iniciativa foi anunciada em entrevista coletiva da OMS nesta segunda (1º), da qual o presidente da Fifa, Gianni Infantino, participou. Durante o Mundial, jogadores também promoverão mensagens de acesso global e equitativo a vacinas, tratamentos e diagnósticos.

O suíço afirmou, contudo, que jogadores de futebol não devem ter prioridade na vacinação: "Os esforços têm que ser para imunizar primeiro os que têm mais risco de doenças graves ou mortes por Covid-19, e atletas não estão entre esses grupos".

Gianni Infantino e o presidente da confederação asiática, Salman bin Ibrahim Al Khalifa, durante a final do torneio continental
Gianni Infantino e o presidente da confederação asiática, Salman bin Ibrahim Al Khalifa, durante a final do torneio continental - Karim Jaafar - 19.dez.20/AFP

A Fifa e a OMS lançaram três campanhas conjuntas no ano passado. Em março, “Passe a mensagem para expulsar o coronavírus” divulgou medidas de prevenção. Em abril, a #BeActive incentivou a atividade física durante os confinamentos. Em maio, foi lançada a a campanha #SafeHome, em apoio a mulheres e crianças em risco de violência doméstica.

O Mundial do Qatar terá presença de público liberada nos estádios, com limite de quase 50% de suas capacidades. Em novembro e dezembro de 2022, o país sediará a Copa do Mundo pela primeira vez na história.

“Teremos estádios cheios na Copa do próximo ano. Até lá já teremos vencido essa pandemia. Se não conseguirmos isso até novembro do ano que vem, isso significa que teremos problemas muito maiores que a Copa do Mundo”, disse Infantino nesta segunda.

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