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21/06/2006 - 18h10

Tostão vê ataque estático e defende entrada de Robinho e Juninho

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da Folha Online

O ex-jogador da seleção brasileira Eduardo Gonçalves de Andrade, o Tostão, 59, colunista da Folha, que participou nesta quarta-feira de um bate-papo com 770 pessoas sobre a cobertura da Copa do Mundo de 2006, disse acreditar que a falta de movimentação dos atacantes Adriano e Ronaldo está afetando o rendimento da seleção brasileira.

"O time está sem conjunto, com poucas jogadas coletivas e com os dois atacantes muito fixos e distantes dos dois meias. Assim deixam o adversário tocar muito a bola até perto da área brasileira", disse Tostão, que sugere a entrada de Robinho e Juninho Pernambucano no time titular.

"Se for manter o esquema tático atual, colocaria o Juninho no lugar do Zé Roberto e o Robinho no lugar do Adriano ou do Ronaldo."

Sobre essas alterações, Tostão acha que o Brasil não perderia em marcação com a saída de Zé Roberto e ganharia ainda mais mobilidade na frente com a rapidez de Robinho.

"Juninho joga no Lyon na posição em que atua o Zé Roberto na seleção. O Zé Roberto tem atuado bem, com regularidade e disciplina tática, mas é sempre possível melhorar", afirmou. "O Robinho, por sua velocidade, será um grande trunfo quando o adversário tentar pressionar o Brasil", continuou.

Entre os adversários que podem chegar ao título, Tostão comentou a Alemanha e a Argentina. "A Alemanha, pela empatia com a sua torcida, pelo crescimento do time e pela garra dos jogadores, passou a ser uma forte candidata ao título", disse.

"A Argentina mostrou um conjunto melhor do que o do Brasil nesses primeiros jogos. Mas a seleção brasileira tem jogadores excepcionais, e isto é mais importante. O Brasil tem mais jogadores para decidir", finalizou.

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