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Bienal do Livro quer inovar para ir além do balcão de vendas

Sete espaços tentam atrair leitor com debates entre autores e atividades comandadas por chefs e músicos

Evento começa em São Paulo no próximo dia 22, com atrações internacionais como o best-seller Ken Follett

THALES DE MENEZES EDITOR-ASSISTENTE DA "ILUSTRADA"

A 23ª edição da Bienal Internacional do Livro de São Paulo começa no próximo dia 22 com a proposta de crescer e superar a anterior. O desafio, no entanto, tem um obstáculo físico: espaço.

Novamente no Anhembi, a feira terá nove dias, contra dez da edição de 2012. "Não temos espaço para ampliar o público de 750 mil pessoas registrado na 22ª edição", diz Karine Pansa, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), responsável pelo evento.

Sobre os números, ela defende que o público precisa de conforto para circular entre as instalações dos 480 expositores inscritos.

Ivan Giannini, superintendente de Comunicação Social do Sesc São Paulo, acrescenta: "Uma apreciação de livros precisa ser feita com calma. Não pode ser uma visita histérica, como em um festival de rock".

Embora já tivesse anteriormente parceria com o evento, pela primeira vez o Sesc organiza toda a programação cultural. É com ela que o evento tenta atrair o público, já que as facilidades de acesso a comprar livros tirou da Bienal o trunfo de décadas passadas, quando representava para os leitores uma chance de encontrar livros "difíceis".

PRATOS

Serão sete espaços no Anhembi: Arena Cultural, Escola do Livro, Cozinhando com Palavras, Salão de Ideias, Espaço Imaginário, Anfiteatro e o BiblioSesc.

A Arena receberá best-sellers nacionais e internacionais. A Escola, claro, é o ponto de cursos. Cozinhando com Palavras pega carona na onda ainda forte dos livros de gastronomia. Chefs vão preparar pratos que terão alguma relação com a literatura.

O Espaço Imaginário é destinado ao público infantil. O Anfiteatro terá programação de música, cinema e teatro, com atrações como a cantora Zélia Duncan.

BiblioSesc é o programa que vai espalhar pela Bienal quatro bibliotecas volantes também com atividades.

O espaço mais concorrido pode ser o Salão de Ideias, com 120 convidados em 34 mesas de discussão. Na agenda, nomes como Ziraldo, Cristovão Tezza, Milton Hatoum, Ruy Castro e Gregorio Duvivier --os dois últimos são colunistas da Folha.

Antes da Bienal, nos dias 21 e 22, o Palácio das Convenções no mesmo Anhembi vai abrigar o Congresso Internacional CBL do Livro Digital.


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