Arquivos da ditadura
Disputa entre Dilma e Amorim emperra abertura de arquivos
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esta entrevista da Dilma Roussef nos mostra que ela realmente é determinada.
Agora, classificar a entrevista como esclarecedora é demais. Afinal de contas ela -convenientemente- não se lembra de nada ilegal que ela possa ter feito, mas se lembra muito bem dos nomes de integrantes dos órgãos governamentais, e não só dos seus torturadoes.
Que amnésia é esta onde a pessoa esquece o que fez mas se lembra nitidamente de vários outros fatos?
Muito conveniente não é mesmo?
E a qual humildade você se refere? Ela é e sempre foi uma pessoa prepotente! Apenas agora, como candidata, que ela "desceu do sapato alto".
Na verdade esta entrevista dela é tão pouco esclarecedora quanto o foi o livro do Armando Falcão sobre o tema cujo título era "Tudo a Declarar".
No quesito esclarecimento da história ela acaba empatando com o ex-ministor da justiça, ou seja: Não esclareceu nada. Apenas falou de fatos inconsequentes e que já estavam registrados.
Não lançou nenhuma luz sobre os ítens que não estão bem esclarecidos. Por que será?
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Hitler, Stalin, Pol Pot, Fidel, Idi Amim, Mao, Kim Il Song, Sadam Husseim, são exemplos de figuras que usaram a força para chegar onde chegaram e tiveram que recorrer à eliminação em massa dos inimigos para se perpetuarem no poder.
Pessoas que decidiram tomar o poder por vias não democráticas são perigosas.
Aí a Dilma não difere em nada dos militares que tomaram o poder à força em 64. Apenas estava do lado perdedor. Uma vez lá, seria ela mais um Lula que toca em banho maria práticas clientelistas? Temo que não, para mim ela tem a aura de um Hugo Chaves à brasileira.
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SERÁ QUE É SOLIDARIEDADE COM NOSSO DEUS????
SE EU USAR A MESMA ESTRATÉGIA E NÃO PAGAR MEU IMPOSTO DE RENDA POR "ESQUECIMENTO"SEREI 'ANISTIADO"?
ACORDA BRASIL ENQUANTO É TEMPO!!!
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Esse é o mesmo Brasil de antes e de hoje...
Bye Bye Brazil...
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Muitos leitores da Folha conhecem história. Então, alguém pode dizer quantas vezes os países do Cone Sul foram atacados? As maiores potências militares da região (Argentina, Brasil e Chile) nunca sofreram verdadeiros ataques. Chile sofreu algumas provocações e ameaças (a última em 1978), mas Argentina e Brasil nem isso. Pelo contrário, outros povos foram suas vítimas: Paraguai, Bolívia, Peru e, no caso da Argentina, até o Reino Unido.
Falar que os militares são necessários para a defesa do país é um sem sentido de tal tamanho, que parece incrível que alguém que não tenha interesse direto possa levá-lo a sério. Claro que os militares o justificam, porque afinal é sua fonte de poder, mas para a população civil, que luta pela paz desde há milênios, eles são apenas causa de conflito. Países pequenos, com escassos recursos, infinitamente mais expostos que o Brasil, como a Costa Rica, eliminaram suas forças armadas em 1948. Panamá e Haiti o fizeram na década de 90, se bem que Haiti teve a desgraça de ser invadido por exércitos estrangeiros (entre eles, os de Argentina e Brasil) sob o pretexto de "impor a paz". É fácil imaginar como devem ter sido as atrocidades cometidas, que um dos chefes da Minustah apareceu morto, quase com certeza por suicídio.
A ditadura passou, mas outra pode vir. O golpe de 1964 não foi o primeiro na região. O militarismo, seja de direita ou de "esquerda", só pode aumentar os problemas da humanidade.
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