Madeireiras e carvoarias de Tailândia são multadas em R$ 1,5 milhão
da Folha Online
Em cinco dias de operações, as forças federais que combatem o desmatamento e o comércio clandestino de madeira na Amazônia Legal apreenderam cerca de 4.000 toras e aplicaram R$ 1,5 milhão em multas contra três madeireiras e cinco carvoarias de Tailândia, no Pará, informa nesta segunda-feira reportagem de Fábio Guibu, publicada pela Folha (íntegra somente para assinantes do UOL e do jornal).
Segundo a reportagem, os fiscais do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) destruíram ainda 98 fornos de carvão e apreenderam dois tratores e 12 motosserras usados pelas empresas.
A origem das toras ainda não foi identificada, mas há suspeita de que elas tenham sido extraídas de regiões de preservação ambiental permanente, de reservas indígenas ou de áreas vizinhas a assentamentos.
A Folha informa que, na fiscalização, foram encontrados indícios do uso de mão-de-obra irregular pelas carvoarias e madeireiras. As empresas manteriam funcionários trabalhando sem carteira assinada e em más condições.
A reportagem completa está na Folha desta segunda, que está nas bancas.
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Especial


Existem diversas areas desmatadas que agora estão com pastagem degradada.
Grande parte dos ruralistas querem mesmo é vender madeira e lucrar muito. Depois vendem a terra aos pequenos produtores rurais (isto aconteceu e acontece em todo o Brasil).
Outra coisa, se o solo da amazonia não mudou, quando desmatarem aquilo-lá, vai tudo virar deserto.
O solo dos EUA e EUROPA é diferente daqui, possui quantidade de argila diferente e capacidade de armazenamento de água diferente, não dá para comparar.
Decisão técnica e não política.
Muitas ONGs são honestas mais que os políticos de plantão.
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Eu ainda acho que num futuro breve o Brasil será o celeiro do mundo.
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