28/06/2005
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14h55
O presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Antônio Carlos Biscaia (PT-RJ), informou nesta terça-feira que já foi avisado que os partidos de oposição pretender pedir vistas sobre o requerimento de criação da CPI da compra de votos.
O Palácio do Planalto está correndo contra o tempo para tentar criar na Câmara a comissão do "mensalão", que investigaria o suposto esquema de pagamento de mesada a deputados federais. O tempo é curto devido ao anúncio do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de que criará amanhã uma CPI mista, com a participação de deputados e senadores, caso não vingue a iniciativa da Câmara.
O governo quer que a CPI do "mensalão" ocorra na Câmara já que lá o seu requerimento de criação abrange não só o atual suposto esquema de mesada --segundo a acusação, o PT pagava R$ 30 mil a deputados do PL e do PP em troca de apoio político--, mas também investigação sobre a compra de votos para a aprovação da emenda da reeleição, em 1997, terceiro ano da gestão tucana de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Já a CPI mista teria como foco apenas o caso atual.
Caso consiga votá-las hoje, o próximo item da pauta é o projeto de resolução que permite à CPI do mensalão furar a fila e ser instalada.
Caso consiga vencer as barreiras regimentais, o governo ainda não definiu qual será a estratégia durante o funcionamento da CPI. Não discutiu nomes para a presidência e relatoria, por onde começar, se pelo atual caso atual ou se pela compra de votos para a reeleição, e mesmo quando começar de fato a CPI.
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Oposição ameaça barrar CPI do "mensalão" na Câmara
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da Folha OnlineO presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Antônio Carlos Biscaia (PT-RJ), informou nesta terça-feira que já foi avisado que os partidos de oposição pretender pedir vistas sobre o requerimento de criação da CPI da compra de votos.
O Palácio do Planalto está correndo contra o tempo para tentar criar na Câmara a comissão do "mensalão", que investigaria o suposto esquema de pagamento de mesada a deputados federais. O tempo é curto devido ao anúncio do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), de que criará amanhã uma CPI mista, com a participação de deputados e senadores, caso não vingue a iniciativa da Câmara.
O governo quer que a CPI do "mensalão" ocorra na Câmara já que lá o seu requerimento de criação abrange não só o atual suposto esquema de mesada --segundo a acusação, o PT pagava R$ 30 mil a deputados do PL e do PP em troca de apoio político--, mas também investigação sobre a compra de votos para a aprovação da emenda da reeleição, em 1997, terceiro ano da gestão tucana de Fernando Henrique Cardoso (1995-2002). Já a CPI mista teria como foco apenas o caso atual.
Caso consiga votá-las hoje, o próximo item da pauta é o projeto de resolução que permite à CPI do mensalão furar a fila e ser instalada.
Caso consiga vencer as barreiras regimentais, o governo ainda não definiu qual será a estratégia durante o funcionamento da CPI. Não discutiu nomes para a presidência e relatoria, por onde começar, se pelo atual caso atual ou se pela compra de votos para a reeleição, e mesmo quando começar de fato a CPI.
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