08/08/2005
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22h23
Moradores e pessoas que trabalham perto da casa usada pelos ladrões como ponto de partida para o túnel que os levou ao cofre forte do Banco Central em Fortaleza (CE) dizem que eles tinham "sotaque de fora" do Estado, possivelmente do Rio de Janeiro, e que eram bastante simpáticos.
Com medo de represálias, elas pediram para não ser identificadas. Entre essas pessoas está o dono de um estabelecimento próximo à casa, que afirmou ter visto pelo menos oito homens freqüentando o local.
Outros vizinhos, porém, mencionaram somente dois, um moreno e um loiro. O possível líder do grupo, que se identificava como Paulo, era moreno, alto, magro, com uma barba rala. Esses dois suspeitos eram os que mais freqüentavam bares e lanchonetes da região. Eles deixavam o carro num estacionamento em frente à casa e comiam em uma lanchonete, na esquina.
O túnel começou em uma casa localizada nas proximidades, que foi alugada no final de abril. A fachada foi reformada e ostentava o nome da empresa "Gramas Sintéticas". Aos vizinhos, Paulo falava que estava montando uma empresa de paisagismo e que era realmente de fora do Ceará.
A região é repleta de pontos comerciais e casas antigas, como a alugada pelos ladrões. Como a maior parte das casas antigas, a casa usada para o assalto é bastante comprida e com quartos no subsolo. Os vizinhos disseram estranhar um pouco a movimentação, mas não desconfiaram da ação.
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Vizinhos acham que possíveis ladrões do BC não eram do Ceará
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da Agência Folha, em FortalezaMoradores e pessoas que trabalham perto da casa usada pelos ladrões como ponto de partida para o túnel que os levou ao cofre forte do Banco Central em Fortaleza (CE) dizem que eles tinham "sotaque de fora" do Estado, possivelmente do Rio de Janeiro, e que eram bastante simpáticos.
Com medo de represálias, elas pediram para não ser identificadas. Entre essas pessoas está o dono de um estabelecimento próximo à casa, que afirmou ter visto pelo menos oito homens freqüentando o local.
Outros vizinhos, porém, mencionaram somente dois, um moreno e um loiro. O possível líder do grupo, que se identificava como Paulo, era moreno, alto, magro, com uma barba rala. Esses dois suspeitos eram os que mais freqüentavam bares e lanchonetes da região. Eles deixavam o carro num estacionamento em frente à casa e comiam em uma lanchonete, na esquina.
O túnel começou em uma casa localizada nas proximidades, que foi alugada no final de abril. A fachada foi reformada e ostentava o nome da empresa "Gramas Sintéticas". Aos vizinhos, Paulo falava que estava montando uma empresa de paisagismo e que era realmente de fora do Ceará.
A região é repleta de pontos comerciais e casas antigas, como a alugada pelos ladrões. Como a maior parte das casas antigas, a casa usada para o assalto é bastante comprida e com quartos no subsolo. Os vizinhos disseram estranhar um pouco a movimentação, mas não desconfiaram da ação.
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