23/10/2005
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16h22
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou na tarde deste domingo o segundo balanço da votação do referendo sobre o comércio de armas e munição. De acordo com o secretário de Informática do tribunal, Paulo César Camarão, 1.995 urnas eletrônicas foram substituídas durante a votação de hoje, o que representa 0,62% das urnas utilizadas.
O secretário também informou que devido a problemas registrados em algumas seções eleitorais foram utilizadas 146 urnas para votação manual, cerca de 0,05% do total.
Segundo Camarão, a eleição transcorre dentro da normalidade não tendo sido registrada nenhum ocorrência relevante. Ele afirmou que às 17h30 (horário de Brasília) terá início a totalização dos votos, mas que a divulgação só ocorrerá a partir das 20h para não haver influência nos Estados que têm fuso horário diferente do de Brasília.
A expectativa é de que às 20h sejam divulgados 80% dos votos apurados e até a meia-noite 95%.
Referendo
Mais de 122 milhões de brasileiros deverão ir às urnas responder "sim" ou "não" à seguinte pergunta: "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?".
O referendo sobre o comércio de armas e munição estava previsto no Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003.
Caso a proibição seja aprovada por maioria simples do eleitorado, ela entrará em vigor na data de publicação do resultado pelo TSE. Ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
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Cerca de 2.000 urnas foram substituídas durante o referendo
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da Folha OnlineO TSE (Tribunal Superior Eleitoral) divulgou na tarde deste domingo o segundo balanço da votação do referendo sobre o comércio de armas e munição. De acordo com o secretário de Informática do tribunal, Paulo César Camarão, 1.995 urnas eletrônicas foram substituídas durante a votação de hoje, o que representa 0,62% das urnas utilizadas.
O secretário também informou que devido a problemas registrados em algumas seções eleitorais foram utilizadas 146 urnas para votação manual, cerca de 0,05% do total.
Segundo Camarão, a eleição transcorre dentro da normalidade não tendo sido registrada nenhum ocorrência relevante. Ele afirmou que às 17h30 (horário de Brasília) terá início a totalização dos votos, mas que a divulgação só ocorrerá a partir das 20h para não haver influência nos Estados que têm fuso horário diferente do de Brasília.
A expectativa é de que às 20h sejam divulgados 80% dos votos apurados e até a meia-noite 95%.
Referendo
Mais de 122 milhões de brasileiros deverão ir às urnas responder "sim" ou "não" à seguinte pergunta: "O comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?".
O referendo sobre o comércio de armas e munição estava previsto no Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003.
Caso a proibição seja aprovada por maioria simples do eleitorado, ela entrará em vigor na data de publicação do resultado pelo TSE. Ela restringiria a venda de armas e de munição à Presidência da República, Forças Armadas, polícias estaduais e federal, guardas municipais, penitenciárias, guardas portuárias, empresas particulares de segurança e transporte de valores e entidades desportivas de tiro legalmente constituídas.
A vitória do "não" mantém as regras determinadas pelo Estatuto do Desarmamento, que entrou em vigor em dezembro de 2003 e tornou mais rígidas as normas para a concessão do registro e do porte de arma de fogo no país.
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