21/02/2007
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11h14
Em reportagem (exclusivo para assinantes) publicada na edição desta quarta-feira da Folha de S.Paulo, Eliane Cantanhêde informa que, por meio de nota, a empresa de táxi aéreo ExcelAire, proprietária do Legacy envolvido na queda do Boeing da Gol, criticou a iniciativa da colunista de divulgar os diálogos mantidos entre os pilotos no momento do acidente.
O acidente, que matou 154 pessoas, é considerado o maior da história aeronáutica brasileira.
De acordo com a reportagem desta quarta, a empresa afirmou que todos os fatos devem ser analisados antes de se chegar a conclusões; e que "muitas das conversações atribuídas aos pilotos foram traduzidas incorretamente do inglês".
Os diálogos transcritos que foram publicados com exclusividade pela Folha constam dos inquéritos que investigam o caso simultaneamente --um elaborado por uma comissão de autoridades aeronáuticas e outro pela PF (Polícia Federal)-- e foram traduzidos pela NTSB (National Transportation Safety Board), de Washington (EUA).
Outro ponto abordado pela reportagem desta quarta é o de que, na nota, a ExcelAire afirma que o uso de laptops em cabines é uma prática comum, mas não comenta a suspeita de que os pilotos da empresa, Joe Lepore e Jan Paladino, não perceberam os sinais emitidos pelo sistema anticolisão --e sua conseqüente proximidade do Boeing da Gol-- porque tinham a visão do painel obstruída por um laptop.
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Dona do Legacy critica divulgação de diálogos, diz reportagem
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da Folha OnlineEm reportagem (exclusivo para assinantes) publicada na edição desta quarta-feira da Folha de S.Paulo, Eliane Cantanhêde informa que, por meio de nota, a empresa de táxi aéreo ExcelAire, proprietária do Legacy envolvido na queda do Boeing da Gol, criticou a iniciativa da colunista de divulgar os diálogos mantidos entre os pilotos no momento do acidente.
O acidente, que matou 154 pessoas, é considerado o maior da história aeronáutica brasileira.
De acordo com a reportagem desta quarta, a empresa afirmou que todos os fatos devem ser analisados antes de se chegar a conclusões; e que "muitas das conversações atribuídas aos pilotos foram traduzidas incorretamente do inglês".
Os diálogos transcritos que foram publicados com exclusividade pela Folha constam dos inquéritos que investigam o caso simultaneamente --um elaborado por uma comissão de autoridades aeronáuticas e outro pela PF (Polícia Federal)-- e foram traduzidos pela NTSB (National Transportation Safety Board), de Washington (EUA).
Outro ponto abordado pela reportagem desta quarta é o de que, na nota, a ExcelAire afirma que o uso de laptops em cabines é uma prática comum, mas não comenta a suspeita de que os pilotos da empresa, Joe Lepore e Jan Paladino, não perceberam os sinais emitidos pelo sistema anticolisão --e sua conseqüente proximidade do Boeing da Gol-- porque tinham a visão do painel obstruída por um laptop.
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