08/06/2006
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16h53
O TGV (Trabalhadores do Grupo Varig) foi criado em 2003 a partir da união de quatro associações de tripulantes da companhia aérea, com o objetivo de lutar pela preservação da empresa, pelo nível e qualidade dos empregos, manutenção do fundo de pensão Aerus e garantia dos direitos trabalhistas e previdenciários dos empregados.
Se juntaram para a criação do TGV a Apvar (Associação de Pilotos da Varig), Acvar (Associação dos Comissários da Varig), Amvvar (Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig) e APN (Associação dos Pilotos da Nordeste).
Hoje, outras associações e sindicatos que representam funcionários da empresa já estão ligados ao grupo.
O TGV é liderado pela Apvar, que direcionou recursos para pagar uma auditoria na companhia, fundamentando as críticas ao modelo de gestão empresarial que dilapidou a empresa.
A associação contratou também especialistas para elaborarem um plano de recuperação que contemplasse os funcionários, resguardando seus direitos o créditos dos fornecedores.
O TGV (Trabalhadores do Grupo Varig) fez oferta de R$ 1,010 bilhão (US$ 449 milhões) e pode comprar a Varig. Nas duas etapas do leilão realizado hoje no Rio de Janeiro, essa foi a única proposta apresentada oficialmente.
A Justiça, no entanto, terá 24 horas para analisar a oferta e decidir se é válida. Após o leilão, o juiz Luiz Roberto Ayoub, que cuida do caso, elogiou o TGV, mas não descartou decretar a falência da Varig caso a proposta seja invalidada.
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da Folha OnlineO TGV (Trabalhadores do Grupo Varig) foi criado em 2003 a partir da união de quatro associações de tripulantes da companhia aérea, com o objetivo de lutar pela preservação da empresa, pelo nível e qualidade dos empregos, manutenção do fundo de pensão Aerus e garantia dos direitos trabalhistas e previdenciários dos empregados.
Se juntaram para a criação do TGV a Apvar (Associação de Pilotos da Varig), Acvar (Associação dos Comissários da Varig), Amvvar (Associação dos Mecânicos de Vôo da Varig) e APN (Associação dos Pilotos da Nordeste).
Hoje, outras associações e sindicatos que representam funcionários da empresa já estão ligados ao grupo.
O TGV é liderado pela Apvar, que direcionou recursos para pagar uma auditoria na companhia, fundamentando as críticas ao modelo de gestão empresarial que dilapidou a empresa.
A associação contratou também especialistas para elaborarem um plano de recuperação que contemplasse os funcionários, resguardando seus direitos o créditos dos fornecedores.
O TGV (Trabalhadores do Grupo Varig) fez oferta de R$ 1,010 bilhão (US$ 449 milhões) e pode comprar a Varig. Nas duas etapas do leilão realizado hoje no Rio de Janeiro, essa foi a única proposta apresentada oficialmente.
A Justiça, no entanto, terá 24 horas para analisar a oferta e decidir se é válida. Após o leilão, o juiz Luiz Roberto Ayoub, que cuida do caso, elogiou o TGV, mas não descartou decretar a falência da Varig caso a proposta seja invalidada.
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