15/09/2006
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10h03
da Folha Online, no Rio
A Pnad, elaborada pelo IBGE, revela que o número de brasileiros empregados cresceu 2,9% em 2005 na comparação com 2004. O movimento que representou 2,5 milhões a mais de pessoas no contingente dos empregados, superou o crescimento demográfico do total da população de 10 anos ou mais no período.
Também houve melhora da qualidade dos empregos. De 2004 para 2005, o número de empregados com carteira assinada cresceu 5,3%, e o dos militares e funcionários públicos teve ligeira queda (1,4%), enquanto o dos empregados sem registro teve alta inexpressiva (0,1%). Entre os trabalhadores domésticos, cresceram os com carteira assinada (4,5%) e os sem-registro (2,3%).
Segundo o IBGE, em 2005, as mulheres afetaram mais o nível de ocupação, e deram continuidade à trajetória de inserção feminina no mercado de trabalho.
O nível da ocupação da população masculina manteve-se em queda desde o início da década de 90 até 2003, teve nítida retração em 1996, atingiu o mínimo em 2003 (67,2%). Em 2005, alcançou 68,1%.
Já o nível da ocupação feminino cresceu até 1995, caiu fortemente em 1996 mas, a partir de 1999, retomou o crescimento.
Desemprego
No entanto, a pesquisa constatou que da mesma maneira que aumentou o nível de ocupação, aumentou também o número de desempregados em 2005.
Segundo o IBGE, a taxa de desemprego passou de 8,9% em 2004 para 9,3% no ano passado.
Para a economista do IBGE, Vandeli dos Santos, com o aumento do emprego, mais pessoas se lançaram no mercado de trabalho à procura de emprego.
'O desemprego cresceu porque houve mais gente procurando vagas', disse.
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CLARICE SPITZda Folha Online, no Rio
A Pnad, elaborada pelo IBGE, revela que o número de brasileiros empregados cresceu 2,9% em 2005 na comparação com 2004. O movimento que representou 2,5 milhões a mais de pessoas no contingente dos empregados, superou o crescimento demográfico do total da população de 10 anos ou mais no período.
Também houve melhora da qualidade dos empregos. De 2004 para 2005, o número de empregados com carteira assinada cresceu 5,3%, e o dos militares e funcionários públicos teve ligeira queda (1,4%), enquanto o dos empregados sem registro teve alta inexpressiva (0,1%). Entre os trabalhadores domésticos, cresceram os com carteira assinada (4,5%) e os sem-registro (2,3%).
Segundo o IBGE, em 2005, as mulheres afetaram mais o nível de ocupação, e deram continuidade à trajetória de inserção feminina no mercado de trabalho.
O nível da ocupação da população masculina manteve-se em queda desde o início da década de 90 até 2003, teve nítida retração em 1996, atingiu o mínimo em 2003 (67,2%). Em 2005, alcançou 68,1%.
Já o nível da ocupação feminino cresceu até 1995, caiu fortemente em 1996 mas, a partir de 1999, retomou o crescimento.
Desemprego
No entanto, a pesquisa constatou que da mesma maneira que aumentou o nível de ocupação, aumentou também o número de desempregados em 2005.
Segundo o IBGE, a taxa de desemprego passou de 8,9% em 2004 para 9,3% no ano passado.
Para a economista do IBGE, Vandeli dos Santos, com o aumento do emprego, mais pessoas se lançaram no mercado de trabalho à procura de emprego.
'O desemprego cresceu porque houve mais gente procurando vagas', disse.
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