14/02/2007
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02h02
da Folha Online, em Brasília
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) confirmou na noite desta terça-feira que o Orçamento de 2007 sofrerá um corte de R$ 16,5 bilhões. A limitação dos gastos, segundo ele, será feita nos gastos de custeio com o objetivo de abrir mais espaço para o investimento público. Por essa razão, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não será afetado.
"O corte vai ser feito nos gastos de custeio, nas despesas correntes e em uma parte das rubricas do Congresso", disse.
Nesta quarta-feira, Bernardo irá detalhar o contigenciamento (bloqueio de recursos do Orçamento), que é próximo ao feito no ano passado (R$ 14,2 bilhões).
Pela manhã, o líder do governo na Câmara dos Deputados, Beto Albuquerque (PSB-RS), havia informado que o corte seria de cerca de R$ 16 bilhões --equivalente a 0,73% do PIB (Produto Interno Bruto). No entanto, ele falou que as emendas parlamentares não seriam atingidas. Ao todo, as emendas somam R$ 3,5 bilhões.
O governo teme uma repercussão negativa dos parlamentares a cortes em um momento que precisa de apoio para aprovar medidas do PAC.
O corte não significa que o governo não irá gastar esse dinheiro. Ao longo do ano, bimestralmente, o Planejamento divulga reprogramações orçamentárias e, de acordo com a arrecadação de impostos, a evolução dos gastos e o comportamento da economia, faz a liberação ou novos contigenciamentos de recursos do Orçamento.
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Especial
Leia o que já foi publicado sobre cortes no Orçamento
Paulo Bernardo confirma corte de R$ 16,5 bilhões no Orçamento
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ANA PAULA RIBEIROda Folha Online, em Brasília
O ministro Paulo Bernardo (Planejamento) confirmou na noite desta terça-feira que o Orçamento de 2007 sofrerá um corte de R$ 16,5 bilhões. A limitação dos gastos, segundo ele, será feita nos gastos de custeio com o objetivo de abrir mais espaço para o investimento público. Por essa razão, o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) não será afetado.
"O corte vai ser feito nos gastos de custeio, nas despesas correntes e em uma parte das rubricas do Congresso", disse.
Nesta quarta-feira, Bernardo irá detalhar o contigenciamento (bloqueio de recursos do Orçamento), que é próximo ao feito no ano passado (R$ 14,2 bilhões).
Pela manhã, o líder do governo na Câmara dos Deputados, Beto Albuquerque (PSB-RS), havia informado que o corte seria de cerca de R$ 16 bilhões --equivalente a 0,73% do PIB (Produto Interno Bruto). No entanto, ele falou que as emendas parlamentares não seriam atingidas. Ao todo, as emendas somam R$ 3,5 bilhões.
O governo teme uma repercussão negativa dos parlamentares a cortes em um momento que precisa de apoio para aprovar medidas do PAC.
O corte não significa que o governo não irá gastar esse dinheiro. Ao longo do ano, bimestralmente, o Planejamento divulga reprogramações orçamentárias e, de acordo com a arrecadação de impostos, a evolução dos gastos e o comportamento da economia, faz a liberação ou novos contigenciamentos de recursos do Orçamento.
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