11/04/2007
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18h32
A queda do dólar em relação ao real derrubou as exportações brasileiras de artigos têxteis em março e estimulou as importações. O resultado foi um déficit comercial de US$ 91 milhões na balança comercial do setor, o pior resultado mensal desde novembro de 1997, segundo dados da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção).
De acordo com a associação, o resultado negativo no saldo da balança comercial de têxteis é reflexo de fatores macroeconômicos adversos, principalmente da desvalorização do dólar em relação ao real. Somente neste ano, até hoje, a divisa norte-americana acumula queda de quase 5% frente ao real.
Nos mês passado, as exportações de têxteis, em valores, somaram US$ 190,7 milhões, uma queda de 1,95% em relação ao mesmo mês de 2006.
No acumulado do primeiro trimestre, as vendas externas do setor registram queda de 0,70% sobre igual período de 2006, com embarques de US$ 525 milhões em mercadorias --matéria-prima e produtos manufaturados.
Já as importações, incentivadas pelo dólar baixo, cresceram 38% em março e atingiram US$ 281,8 milhões, alcançando US$ 697,2 milhões no trimestre --alta de 38,3% sobre igual intervalo do ano passado.
"Com base no comportamento da balança comercial nesses três primeiros meses do ano e, caso permaneça o atual cenário, a Abit projeta que em dezembro o saldo comercial atingirá US$ 900 milhões negativos, implicando a perda de mais de 200 mil postos de trabalho no Brasil. Estamos perdendo empregos aqui e gerando empregos e investimentos na Ásia", divulgou a associação.
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Especial
Leia o que já foi publicado sobre as exportações brasilseiras de têxteis
Setor têxtil fecha março com maior déficit comercial desde 1997
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da Folha OnlineA queda do dólar em relação ao real derrubou as exportações brasileiras de artigos têxteis em março e estimulou as importações. O resultado foi um déficit comercial de US$ 91 milhões na balança comercial do setor, o pior resultado mensal desde novembro de 1997, segundo dados da Abit (Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção).
De acordo com a associação, o resultado negativo no saldo da balança comercial de têxteis é reflexo de fatores macroeconômicos adversos, principalmente da desvalorização do dólar em relação ao real. Somente neste ano, até hoje, a divisa norte-americana acumula queda de quase 5% frente ao real.
Nos mês passado, as exportações de têxteis, em valores, somaram US$ 190,7 milhões, uma queda de 1,95% em relação ao mesmo mês de 2006.
No acumulado do primeiro trimestre, as vendas externas do setor registram queda de 0,70% sobre igual período de 2006, com embarques de US$ 525 milhões em mercadorias --matéria-prima e produtos manufaturados.
Já as importações, incentivadas pelo dólar baixo, cresceram 38% em março e atingiram US$ 281,8 milhões, alcançando US$ 697,2 milhões no trimestre --alta de 38,3% sobre igual intervalo do ano passado.
"Com base no comportamento da balança comercial nesses três primeiros meses do ano e, caso permaneça o atual cenário, a Abit projeta que em dezembro o saldo comercial atingirá US$ 900 milhões negativos, implicando a perda de mais de 200 mil postos de trabalho no Brasil. Estamos perdendo empregos aqui e gerando empregos e investimentos na Ásia", divulgou a associação.
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