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16/06/2009 - 17h52

Brasil é o 8º mais atraente em ranking de investimentos no varejo

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da Folha Online

O Brasil é ao oitavo país, entre os emergentes, mais atraente para investimentos no varejo, segundo pesquisa divulgada nesta terça-feira pela consultoria AT Kearney, envolvendo 30 mercados emergentes. No ano passado, o Brasil ficou em novo.

A pesquisa também apontou que, apesar da crise de crédito que se iniciou nos Estados Unidos, os segmentos de varejo não foram afetados e que, após a eclosão da crise financeira, houve investimentos agressivos no Brasil, bem como o retorno do movimento de fusões e aquisições no varejo nacional.

Segundo o estudo, o Brasil é, pelo segundo ano consecutivo, o país que tem o maior índice de atratividade para investimentos internacionais entre todas as nações pesquisadas no segmento de varejistas de roupas (depois vêm alimentos e bebidas e eletrodomésticos).

A pesquisa aponta como causa o fato de o Brasil estar entre os mercados de vestuário com crescimento mais rápido no mundo e ser o 6ª maior em manufatura de vestuário do mundo; ter população jovem, com 60% abaixo dos 29 anos de idade; a venda per capta de vestuário no Brasil é de US$ 490, cerca de seis vezes as vendas do mercado chinês; e 46% das vendas são pagas com cartão de crédito, mesmo nível que Estados Unidos e Reino Unido.

Emergentes

De acordo com levantamento da AT Kearney, os mercados emergentes continuam representando oportunidades atraentes de investimento para empresas globalizadas do setor de varejo e a recessão econômica fez com que a entrada nestes mercados seja ainda mais crítica e relevante.

Diante das vendas decrescentes nos mercados desenvolvidos, mais atingidos por efeitos da crise financeira global, e dos gastos ainda reduzidos por consumidores, expandir mundialmente adquire maior importância como estratégia de crescimento.

"Diante da melhora muito lenta das condições econômicas, nos mercados desenvolvidos, os emergentes passam a ter mais e mais importância para o crescimento de varejistas globalizados", afirmou Hana Ben-Shabat, sócia da A.T. Kearney e uma das responsáveis pelo estudo.

"As principais empresas globalizadas do varejo precisam desenvolver uma estratégia de portfólio que equilibre mercados de grande porte e desenvolvidos com mercados pequenos e em desenvolvimento, para que possam administrar os riscos que correm no mundo."

Índice

Pela quarta vez, a Índia é o país mais atraente para investimentos no varejo, segundo o índice. A Rússia, a China, os Emirados Árabes Unidos, a Arábia Saudita, o Vietnã, o Chile, o Brasil, a Eslovênia e a Malásia compõem os dez primeiros países do ranking deste ano. No total, há 30 listados.

"O Brasil continua sendo uma ótima oportunidade para investir no setor de varejo. Alguns movimentos recentes indicam um alto interesse de varejistas estrangeiros e fundos de investimento neste mercado", afirmou Markus Stricker, sócio da A.T. Kearney e responsável pelo estudo no Brasil.

"Os países asiáticos estão bem posicionados em termos de recuperação econômica precoce, uma vez que a demanda interna está se mantendo bem, o crescimento do PIB continua e trilhões de dólares das reservas soberanas estão servindo como instrumentos de ação para governos e bancos estatais", disse Michael Moriarty, sócio na A.T. Kearney. "Os países asiáticos continuam transformando suas economias, tendo o consumo doméstico como foco primário, uma tendência que deverá favorecer o crescimento continuado do varejo a longo prazo."

Comentários dos leitores
Cassio XF (51) 02/02/2010 17h12
Cassio XF (51) 02/02/2010 17h12
O Pib estah aumentando, mas isso nao tem nada a ver c/ a producao, mas sim os gastos do Governo. Erroneamente o calculo do PIB incluiu de forma positiva os gastos do governo, ou seja quanto mais gasta o governo , principlamente em aumentar sua maquina, maior o PIB. Eh o q acontece no momento. A Maquina cada vez maior, torna o governo ainda mais parasita e a merce de contratos milionarios c/ lobbies para se manter forte e controlador.
O inflacao , sobe...e nao sobe ainda mais devido aos juros altissimos que cobram para cointrola-la artificilamente. Ou seja , vc nao paga de um jeito , mas paga de outro. A inflacao sobe devido aos gastos imensos do gov. q imprime dinheiro do nada para pagar suas contas e jorra o mercado c/ novas moedas, desvalorizando-a frente ao mercado interno. Nao sao os precos q aumenta, eh O Real que desvaloriza, a sua moeda.
Acordem. temos que diminuir o tamanho desse governo e incentivar a producao e manter mais capital na mao do povo e nao do governo.
sem opinião
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Henrique Silva (230) 02/02/2010 00h33
Henrique Silva (230) 02/02/2010 00h33
Aqui está cheio de economista (de boteco)! sem opinião
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Alberto Kiess (3) 01/02/2010 19h45
Alberto Kiess (3) 01/02/2010 19h45
O Governo Federal deveria incentivar mais o setor automobilístico reduzindo novamente o IPI que incide sobre os mesmos. O setor só não foi à bancarrota em 2009 devido aos incentivos. E o IPI, que já considero abusivo, deveria ter baixado para nunca mais subir. Cadê o compromisso dos candidatos em fazer a reforma tributária, ampla e austera afim de reduzir os impostos estratosféricos que pagamos e nada temos de retorno.
Veja nossa saúde, nossa segurança, nossa educação, nossa cultura, não temos nada se não for privado.
sem opinião
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