Deutsche Welle
14/11/2009 - 16h30

Obama tenta se aproximar da China sem intimidar aliados

da Deutsche Welle, na Alemanha

"A América está de volta". Essa declaração de Hillary Clinton, secretária de Estado americana, durante a assinatura de um acordo de cooperação entre os EUA e a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) pode ser entendida como o anúncio de uma nova política para a região.

Paralelo ao encontro de cúpula da Apec (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico), dia 15 de novembro, em Cingapura, o presidente Barack Obama deverá se reunir pela primeira vez com representantes dos governos de países da Asean.

Em ascensão econômica, a China ganha cada vez mais peso no cenário geopolítico internacional. Em sua viagem ao país, o desafio de Obama é se aproximar de Pequim sem intimidar os aliados na região.

Continua...

Comentários dos leitores
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
O Pacificador (220) 27/11/2009 23h53
E lula responde á Carta do Obama...
Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
sem opinião
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Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Carlos Gonçalves (406) 27/11/2009 17h47
Até quando os americanos podem matar e não serem responsáveis pelos crimes que cometem contra civilizações iraquiana, afegãs, entre outras.? 3 opiniões
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Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Natália Barcelo (1) 26/11/2009 11h12
Os EUA influencia, ainda que sutilmente, decisões internacionais. Lula, no meu ponto de vista, fez certo em receber Ahmadinejad a fim de estabelecer, além de esclarecer sua posição em relação ao enriquecimento de urânio do Irã. Afirmando que apoia desde que seja para fins pacíficos, em outras palavras; desde que voces nao façam uma bomba atómica. O que prova ser contraditório, pois uma região como o Irã com tantos conflitos e uma notável instabilidade, pode intencionalmente criar armas nucleares a fim de se "precaverem". Lula reafirmou sua posiçao de nem lá nem cá. Concorda com o Irã, mas sem entrar em divergencia com os EUA. sem opinião
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