Obama tenta se aproximar da China sem intimidar aliados
da Deutsche Welle, na Alemanha
"A América está de volta". Essa declaração de Hillary Clinton, secretária de Estado americana, durante a assinatura de um acordo de cooperação entre os EUA e a Associação de Nações do Sudeste Asiático (Asean) pode ser entendida como o anúncio de uma nova política para a região.
Paralelo ao encontro de cúpula da Apec (Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico), dia 15 de novembro, em Cingapura, o presidente Barack Obama deverá se reunir pela primeira vez com representantes dos governos de países da Asean.
Em ascensão econômica, a China ganha cada vez mais peso no cenário geopolítico internacional. Em sua viagem ao país, o desafio de Obama é se aproximar de Pequim sem intimidar os aliados na região.
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Especial

Deve ter começado mais ou menos assim:
"Pô Obama, você não disse que eu era "o cara"? Então, eu acreditei, achei que era pra valer..."
A cumparenhada finalmente começa a acordar para a realidade, para o que eles são na verdade, ou seja nada, um zerão redondão á esquerda (que por coincidência, é o lado favorito deles...).
Lula agora, o ator enganador, se tornou o personagem principal daquele filme:
"O Rato que Ruge..."
Responder para Obama? Ele?
Só se for...
Sim senhor!
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