Fim de impasse em Minnesota dá a democratas maioria absoluta no Senado
da Efe, em Washington
Depois de oito meses de batalhas legais, foi concluída nesta terça-feira a última disputa pendente das eleições realizadas nos Estados Unidos em novembro do ano passado. Com isso, o Partido Democrata, ao qual pertence o presidente Barack Obama, passará a contar com maioria absoluta de 60 cadeiras no Senado.
O republicano Norm Coleman admitiu, em coletiva de imprensa na cidade de Saint Paul, sua derrota contra o democrata Al Franken na disputa por uma cadeira pelo Estado de Minnesota. A iniciativa de Coleman aconteceu depois de a Suprema Corte do Estado emitir uma sentença dando razão a Franken.
| Reuters |
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| O humorista Al Franken, finalmente declarado vitorioso na eleição a senador por Minnesota |
Ao admitir derrota, Coleman indicou que não apelará perante a Suprema Corte dos Estados Unidos, o último recurso legal cabível.
Coleman, que buscava renovar o mandato de senador republicano por Minnesota, e Franken, famoso humorista, disputavam a cadeira depois que as eleições gerais de novembro deram a vitória por poucos votos ao candidato democrata, o que gerou uma série de recontagens.
O democrata ficou na frente do adversário por 312 votos, de um total de pouco mais de 2,8 milhões que foram emitidos nas urnas ao longo das eleições de novembro de 2008.
Com a vitória definitiva de Franken, que irá jurar o cargo na próxima semana, os democratas contam agora com 60 das 100 cadeiras no Senado, que conta ainda com dois independentes, Joe Lieberman e Bernie Sanders, que se alinham com eles nas votações.
Deste modo, os democratas conseguem a chamada supermaioria, uma quantidade de votos necessária para superar qualquer tentativa de veto ou de imposição de moções dilatórias pela oposição nos processos para aprovar leis.
Depois que Coleman declarou a vitória de Franken, o presidente dos EUA, Barack Obama, divulgou um comunicado expressando sua vontade de "colaborar com o senador eleito para firmar uma nova base para o crescimento e a prosperidade".
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Especial



Resposta ao Sr. Oliver Oak, vulgo "Hugo Chavez".
Portanto, para ficar bem claro, como eu estava dizendo, a palavra hebraica "goy" não possui sentido pejorativo. É como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro". Isso não é discriminação.
Já para a maçonaria, por exemplo, quem não é maçon, é chamado de profano. Esta sim, é uma palavra de sentido pejorativo. Mas, nem por isso, os maçons desenvolveram ódio aos profanos. Ao contrário. Todos eles foram profanos, antes de se tornarem maçons.
Nos próximos posts comentarei sobre os judeus se "esconderem" atrás de religião e sobre os autores NOAM CHOMSKI e NORMAN FILKENSTEIN, suspeitos de portarem o Transtorno Bipolar do Humor, antigamente denominado de psicose maníaco-depressiva. Também falarei do inexpressivo grupo ultra-radical NETUREI KARTA, um pequeno bando de doidos varridos que apóiam as atrocidades de Adolph Hitler. Esses judeus ultra-ortodoxos, que em mais de 100 anos de existência não passam de 5 mil membros, são contra a criação do Estado de Israel pelos homens. Eles querem que os judeus aguardem a vinda do Messias, para que este, em nome de Deus, crie o Estado de Israel. Mas, esse bando mora em Jerusalém. Por aí, caros leitores, vocês podem ver que o Sr. "Hugo Chavez" tem um universo bem limitado de leitura. Ele precisa ampliar seus horizontes, senão fica refém dos autores que ele citou.
Ao Sr. Alan Williamson, envio meus parabéns.
Até logo, Sr. Oliver.
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A palavra hebraica "goy" (plural goyim) em momento algum é utilizada em sentido pejorativo, como constou erradamente na wikipédia. Goy significa povo. Com o passar dos tempos, dentro do exílio, os judeus fizeram uso da palavra para identificar um não-judeu. Porém pelo mesmo sentido da palavra, todo judeu fora da Terra de Israel é goy também. A própria Torá friza por diversas vezes: "Fostes estrangeiro no Egito". É importante notar que a idéia do respeito pelos outros, e os valores de uma sociedade pluralista, formam uma parte antiga e integrante do Judaísmo e da tradição judaica. Os rabinos ensinaram que todos os homens são iguais aos olhos de Deus - se eles cumprem a vontade de Deus. O Talmud diz: "Seja judeu ou gentio, homem ou mulher, rico ou pobre - é de acordo com as ações do homem que a Presença Divina paira sobre ele." Portanto, para ficar bem claro, é como se nós, brasileiros, nos referíssemos a qualquer cidadão de outro país com a palavra "estrangeiro".
SEGUE ...
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