Governo afegão critica ONU e pede respeito à soberania do país
da Efe
da Folha Online
O governo afegão criticou neste sábado a ONU (Organização das Nações Unidas) e "alguns círculos políticos" estrangeiros por tentarem influenciar suas decisões nos últimos dias, marcados pelo criticado desenlace do processo eleitoral com a reeleição do presidente Hamid Karzai, favorecido por extensa fraude no primeiro turno, diante da desistência do rival Abdullah Abdullah de concorrer no segundo turno.
Em nota, o Ministério de Relações Exteriores se referiu explicitamente ao enviado especial da ONU no país, Kai Eide, por fazer "comentários que ultrapassam as normas internacionais e sua autoridade como representante de uma organização internacional imparcial".
Os comentários citados pelo ministério referem-se a uma entrevista a jornalistas concedida por Eide há dois dias, na qual sugeriu a Karzai que inicie um processo de reforma e inclua ministros "competentes" em seu gabinete.
Eide também pediu ao novo governo que dedique todos os seus esforços à luta contra a corrupção.
A corrupção é endêmica na política afegã e uma das maiores críticas contra o governo de Karzai. O Ocidente, que apoiou sua reeleição, pediu reiteradamente que ele priorize o combate à corrupção como forma de legitimar seu mandato.
Em sua nota, a Chancelaria afegã não esclareceu que parte do discurso de Eide provocou sua reação. Mas destacou que "nos últimos dias, alguns círculos políticos, diplomatas e agências de propaganda de certos países estrangeiros intervieram nos assuntos internos do Afeganistão".
Segundo o governo, estes agentes, cujos nomes não foram citados, deram "instruções sobre a composição dos órgãos governamentais afegãos e sobre as políticas [do Executivo]". "Estas instruções violaram o respeito à soberania nacional do Afeganistão", frisa o comunicado.
O Ministério lembrou ainda que, em sua primeira entrevista depois que foi declarado presidente, Karzai prometeu combater a corrupção e consolidar o Estado de Direito durante seu próximo mandato.
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Eu creio que os jornais espanhóis deveriam publicar, também, os desmandos da atual administração (?) brasileira, para que o povo da Espanha fique sabendo que o senhor MULLA não passa de um AVATAR do PT.
De mais a mais, o povo brasileiro precisa de emprego - os mesmos empregos que ele prometeu em 2002 - porque, trabalhando, não dependerão do Estado. Mas isso não conseguem fazer, porque
1 - Não é interessante para o Mulla que o povo trabalhe pois se trabalhassem não dependeriam do Estado;
2 - O Estado não teria como culpar a "Zelite", que é quem realmente trabalha e paga pelo bolsa-esmola, moeda de troca dos PeTralhas;
3 - O próprio presidente da República não é muito chegado ao serviço nem ao estudo.
De mais a mais, se o povo tivesse o hábito de ler jornais, e ficasse sabendo das maracutaias do Governo Federal, não votaria mais nos PeTralhas. Vivemos uma época de ditadura, sim... a ditadura dos proletariados, que não têm educação nem emprego mas estão com a barriga cheia, e continuam falando mal de quem trabalha para sustentá-los. Veja bem que censura é coisa da ditadura, e a Folha foi censurada. Não pode mais falar sobre o filho de Sarney.
A propósito, se os PeTralhas estão em dúvida quanto a quem vai ser o vice da Dilma, sugiro um nome: SARNEY. Quem o PT tanto defende no Senado bem que poderia ser o vice, o senhor não concorda?
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