02/08/2004
-
10h13
O empresário Juan Pío Paiva, dono do supermercado de Assunção incendiado no domingo, uma tragédia que causou pelo menos 296 mortes, afirmou que não se considera culpado pelo acidente registrado em seu estabelecimento comercial, em declarações ao Canal 13.
Paiva negou ter ordenado o fechamento das portas do supermercado, como afirmaram várias testemunhas. "Em absoluto, não me considero culpado disto", declarou.
Tanto Juan Pío Paiva como seu filho, Daniel, gerente do supermercado, foram presos por ordem da promotora Teresa Sosa. Os dois devem ser interrogados pela representante do Ministério Público.
Paiva afirmou que seus funcionários o informaram que o fogo começou na cozinha do supermercado. Em relação à causa do incêndio, disse "não descartar nada".
"Lamento muitíssimo o acontecido", disse Paiva, que garantiu compartilhar a dor das vítimas e lamentou o fato de não estar em suas possibilidades "solucionar este problema".
Pelo menos 296 pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas no incidente de domingo no supermercado Ycuá Bolaños (Poço Bolaños, na língua guarani) da capital paraguaia.
Leia mais
Brasil envia ajuda aos sobreviventes de incêndio no Paraguai
Sobe para 311 número de mortos em incêndio no Paraguai
Dono do supermercado incendiado deve ser acusado de homicídio
Sobrevivente de incêndio no Paraguai diz que foi impedida de sair
Especial
Veja galeria de fotos do incêndio no supermercado em Assunção
Dono de supermercado nega culpa em tragédia no Paraguai
Publicidade
da France Presse, em AssunçãoO empresário Juan Pío Paiva, dono do supermercado de Assunção incendiado no domingo, uma tragédia que causou pelo menos 296 mortes, afirmou que não se considera culpado pelo acidente registrado em seu estabelecimento comercial, em declarações ao Canal 13.
Paiva negou ter ordenado o fechamento das portas do supermercado, como afirmaram várias testemunhas. "Em absoluto, não me considero culpado disto", declarou.
Tanto Juan Pío Paiva como seu filho, Daniel, gerente do supermercado, foram presos por ordem da promotora Teresa Sosa. Os dois devem ser interrogados pela representante do Ministério Público.
Paiva afirmou que seus funcionários o informaram que o fogo começou na cozinha do supermercado. Em relação à causa do incêndio, disse "não descartar nada".
"Lamento muitíssimo o acontecido", disse Paiva, que garantiu compartilhar a dor das vítimas e lamentou o fato de não estar em suas possibilidades "solucionar este problema".
Pelo menos 296 pessoas morreram e mais de 300 ficaram feridas no incidente de domingo no supermercado Ycuá Bolaños (Poço Bolaños, na língua guarani) da capital paraguaia.
Leia mais
Especial

