11/11/2004
-
16h38
O ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton (1993-2001) ofereceu suas condolências aos palestinos nesta quinta-feira pela morte de Iasser Arafat, mas disse que o líder perdeu a oportunidade de criar uma paz duradoura no Oriente Médio em 2000.
Clinton, que ajudou a mediar um plano de paz para o Oriente Médio com Arafat e o então premiê israelense Yitzhak Rabin, em 1993, não deverá ir às cerimônias fúnebres nem ao enterro do presidente palestino.
Em 1993, Arafat e Rabin firmaram um acordo de reconhecimento mútuo ao trocar simbolicamente um aperto de mão nos jardins da Casa Branca.
Mas o ex-presidente disse em um comunicado: "Lamento que em 2000 ele [Arafat] tenha perdido a oportunidade de fazer aquela nação existir e rezo pelo dia em que os sonhos do povo palestino por um Estado e uma vida melhor serão realizados em uma paz justa e duradoura."
As tentativas de obter a paz entre Arafat e os israelenses dominaram a maior parte do último ano de Clinton na Presidência, em 2000, mas as negociações terminaram em impasse.
Em comunicado, o ex-presidente Jimmy Carter (1977-1981) chamou Arafat "de pai do moderno movimento palestino".
Com Reuters
Leia mais
Palestinos terão 40 dias de luto por Arafat
Arafat deve ser enterrado no sábado na Cisjordânia
Líderes mundiais repercutem morte de Arafat
Especial
Leia o que já foi publicado sobre Iasser Arafat
Saiba mais sobre o líder palestino, na especial sobre Iasser Arafat
Clinton diz que Arafat perdeu chance de obter paz em 2000
Publicidade
da Folha OnlineO ex-presidente dos Estados Unidos Bill Clinton (1993-2001) ofereceu suas condolências aos palestinos nesta quinta-feira pela morte de Iasser Arafat, mas disse que o líder perdeu a oportunidade de criar uma paz duradoura no Oriente Médio em 2000.
Clinton, que ajudou a mediar um plano de paz para o Oriente Médio com Arafat e o então premiê israelense Yitzhak Rabin, em 1993, não deverá ir às cerimônias fúnebres nem ao enterro do presidente palestino.
Em 1993, Arafat e Rabin firmaram um acordo de reconhecimento mútuo ao trocar simbolicamente um aperto de mão nos jardins da Casa Branca.
Mas o ex-presidente disse em um comunicado: "Lamento que em 2000 ele [Arafat] tenha perdido a oportunidade de fazer aquela nação existir e rezo pelo dia em que os sonhos do povo palestino por um Estado e uma vida melhor serão realizados em uma paz justa e duradoura."
As tentativas de obter a paz entre Arafat e os israelenses dominaram a maior parte do último ano de Clinton na Presidência, em 2000, mas as negociações terminaram em impasse.
Em comunicado, o ex-presidente Jimmy Carter (1977-1981) chamou Arafat "de pai do moderno movimento palestino".
Com Reuters
Leia mais
Especial


