18/07/2006
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22h02
O Senado americano expressou apoio a Israel nesta terça-feira ao aprovar uma resolução condenando os grupos terroristas Hizbollah (libanês) e Hamas (palestino), a Síria e o Irã.
A resolução foi aprovada por consenso, sem debate, e um texto semelhante poderá ser votado amanhã na Câmara dos Representantes. "O Senado se expressou firme e claramente: Israel tem o direito de se defender contra uma agressão. Também chamou o governo israelense a agir com cautela; não deve haver nenhuma dúvida sobre nossa posição nesse conflito", disse, após a votação, o líder da maioria republicana, Bill Frist.
O texto reafirma "o firme apoio do Senado ao Estado de Israel" e defende "o direito de Israel de se defender e tomar as medidas necessárias para dissuadir os grupos terroristas e os Estados que insistem em atacá-lo".
Em outro trecho, condena "os governos de Irã e Síria por seu apoio ao Hizbollah e ao Hamas, e os considera responsáveis pelos ataques lançados por esses grupos contra Israel".
A resolução não pede um cessar-fogo, mas exige que as partes "protejam a vida de inocentes e a infra-estrutura civil" e "defende energicamente o uso de todos os meios diplomáticos para libertar os soldados israelenses" capturados por Hamas e Hizbollah.
Após a votação, o presidente da comissão de Forças Armadas, o republicano John Warner, comemorou o fato de, por iniciativa sua, o texto ter citado a difícil situação dos 25 mil americanos que vivem no Líbano.
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Senado americano aprova declaração de apoio a Israel
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da France Presse, em WashingtonO Senado americano expressou apoio a Israel nesta terça-feira ao aprovar uma resolução condenando os grupos terroristas Hizbollah (libanês) e Hamas (palestino), a Síria e o Irã.
A resolução foi aprovada por consenso, sem debate, e um texto semelhante poderá ser votado amanhã na Câmara dos Representantes. "O Senado se expressou firme e claramente: Israel tem o direito de se defender contra uma agressão. Também chamou o governo israelense a agir com cautela; não deve haver nenhuma dúvida sobre nossa posição nesse conflito", disse, após a votação, o líder da maioria republicana, Bill Frist.
O texto reafirma "o firme apoio do Senado ao Estado de Israel" e defende "o direito de Israel de se defender e tomar as medidas necessárias para dissuadir os grupos terroristas e os Estados que insistem em atacá-lo".
Em outro trecho, condena "os governos de Irã e Síria por seu apoio ao Hizbollah e ao Hamas, e os considera responsáveis pelos ataques lançados por esses grupos contra Israel".
A resolução não pede um cessar-fogo, mas exige que as partes "protejam a vida de inocentes e a infra-estrutura civil" e "defende energicamente o uso de todos os meios diplomáticos para libertar os soldados israelenses" capturados por Hamas e Hizbollah.
Após a votação, o presidente da comissão de Forças Armadas, o republicano John Warner, comemorou o fato de, por iniciativa sua, o texto ter citado a difícil situação dos 25 mil americanos que vivem no Líbano.
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