19/07/2006
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11h35
Cerca de 600 empregados não essenciais da ONU (Organização das Nações Unidas) e suas famílias foram retirados do Líbano à Jordânia desde o sábado (15), declarou a porta-voz da organização em Amã, Amal Tartir.
A retirada de outros empregados da ONU no Líbano dependerá da "gravidade" da situação no país, acrescentou.
No entanto, a porta-voz não especificou se as pessoas enviadas à Jordânia permanecerão neste país ou viajarão para outros destinos, já que "a decisão depende da sede da ONU em seus respectivos países".
"Vamos continuar oferecendo aos funcionários ajuda logística até que a situação no Líbano esteja melhor", acrescentou Tartir.
Segundo a fonte, o pessoal não essencial inclui empregados cuja presença não é imprescindível sob "as atuais circunstâncias".
Desde a última quarta-feira, o Exército israelense bombardeia o território do Líbano em represália à captura de dois de seus soldados pelo grupo terrorista Hizbollah.
Até o momento, mais de 280 pessoas já foram mortas, a maioria civis, e outras milhares foram retiradas ou abandonaram o país.
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Cerca de 600 empregados da ONU foram retirados do Líbano
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da Efe, em AmãCerca de 600 empregados não essenciais da ONU (Organização das Nações Unidas) e suas famílias foram retirados do Líbano à Jordânia desde o sábado (15), declarou a porta-voz da organização em Amã, Amal Tartir.
A retirada de outros empregados da ONU no Líbano dependerá da "gravidade" da situação no país, acrescentou.
No entanto, a porta-voz não especificou se as pessoas enviadas à Jordânia permanecerão neste país ou viajarão para outros destinos, já que "a decisão depende da sede da ONU em seus respectivos países".
"Vamos continuar oferecendo aos funcionários ajuda logística até que a situação no Líbano esteja melhor", acrescentou Tartir.
Segundo a fonte, o pessoal não essencial inclui empregados cuja presença não é imprescindível sob "as atuais circunstâncias".
Desde a última quarta-feira, o Exército israelense bombardeia o território do Líbano em represália à captura de dois de seus soldados pelo grupo terrorista Hizbollah.
Até o momento, mais de 280 pessoas já foram mortas, a maioria civis, e outras milhares foram retiradas ou abandonaram o país.
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