17/05/2004
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04h23
As opções de transporte numa capital frenética como Buenos Aires não deixam o turista na mão. A mais farta delas é representada pelos táxis.
Circulam pelas ruas da cidade 32 mil veículos desse tipo. O metrô, popularmente chamado de "subte", percorre 46 km em 80 estações, e as linhas de ônibus, que se alastram pela cidade, são mais de 150.
O táxi é uma preferência dos turistas. O preço de uma corrida é convidativo (entre os pontos normalmente requisitados por forasteiros, varia de 3 pesos a 8 pesos, dependendo do trânsito e da distância). Os portenhos aconselham o turista a tomar apenas os carros pretos de teto amarelo, conhecidos por radiotáxis. Eles têm o número do registro e de telefone à vista, na porta do veículo. Dizem que o visitante pode ser ludibriado por outros taxistas.
Além dos radiotáxis, existem os "remises", carros comuns acionados por telefone por meio das agências de "remises". A corrida sai mais barata.
No bolso
Para reduzir as chances de se sentir perdido na cidade, o "Guia T de Bolsillo Capital Federal", que custa 3 pesos e pode ser comprado em qualquer banca de jornal, se tornará um dos seus melhores amigos em Buenos Aires.
O guia de bolso indica os números dos ônibus na página oposta a do mapa da localidade de origem. Cruzando essa folha com a do destino, é possível identificar quais ônibus o levam até lá. No fim do guia, há a cor do ônibus detalhando o percurso rua a rua. A passagem custa 0,80 pesos e deve ser pronunciada para o motorista, que também é o cobrador.
Ao subir, diga "ochenta" para que ele saiba quanto deve registrar na máquina, já que há preços especiais para idosos, por exemplo.
Já o "subte" é melhor para ir ao centro: as avenidas Corrientes, Florida, 9 de Julio, de Mayo. A viagem custa 0,70 pesos.
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Viaje nos carros pretos e amarelos, mais conhecidos como radiotáxis
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Buenos Aires: Viaje nos carros pretos e amarelos, mais conhecidos como radiotáxis
da Folha de S.Paulo, em Buenos AiresAs opções de transporte numa capital frenética como Buenos Aires não deixam o turista na mão. A mais farta delas é representada pelos táxis.
Circulam pelas ruas da cidade 32 mil veículos desse tipo. O metrô, popularmente chamado de "subte", percorre 46 km em 80 estações, e as linhas de ônibus, que se alastram pela cidade, são mais de 150.
O táxi é uma preferência dos turistas. O preço de uma corrida é convidativo (entre os pontos normalmente requisitados por forasteiros, varia de 3 pesos a 8 pesos, dependendo do trânsito e da distância). Os portenhos aconselham o turista a tomar apenas os carros pretos de teto amarelo, conhecidos por radiotáxis. Eles têm o número do registro e de telefone à vista, na porta do veículo. Dizem que o visitante pode ser ludibriado por outros taxistas.
Além dos radiotáxis, existem os "remises", carros comuns acionados por telefone por meio das agências de "remises". A corrida sai mais barata.
No bolso
Para reduzir as chances de se sentir perdido na cidade, o "Guia T de Bolsillo Capital Federal", que custa 3 pesos e pode ser comprado em qualquer banca de jornal, se tornará um dos seus melhores amigos em Buenos Aires.
O guia de bolso indica os números dos ônibus na página oposta a do mapa da localidade de origem. Cruzando essa folha com a do destino, é possível identificar quais ônibus o levam até lá. No fim do guia, há a cor do ônibus detalhando o percurso rua a rua. A passagem custa 0,80 pesos e deve ser pronunciada para o motorista, que também é o cobrador.
Ao subir, diga "ochenta" para que ele saiba quanto deve registrar na máquina, já que há preços especiais para idosos, por exemplo.
Já o "subte" é melhor para ir ao centro: as avenidas Corrientes, Florida, 9 de Julio, de Mayo. A viagem custa 0,70 pesos.
Especial
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