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Correspondente da Folha na Ásia

CIA fez planos para sequestro e assassinato de Julian Assange

Yahoo News ouve 30 ex-agentes que detalham projeto que tomou corpo após WikiLeaks divulgar documentos da agência

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Em extensa reportagem, com a ilustração abaixo, o site Yahoo News detalha a “guerra secreta da CIA contra o WikiLeaks”, em especial os planos para “sequestro e assassinato” de seu fundador, Julian Assange.

Os planos, que falavam em envenenamento, surgiram em 2017, depois do vazamento e divulgação do chamado Vault 7, “a maior perda de documentos da história da CIA”, segundo a própria agência.

Ouvindo mais de 30 ex-agentes, a reportagem é assinada, entre outros, por Michael Isikoff, o mesmo que levantou o escândalo Monica Lewinsky —e foi proibido de publicá-lo na Newsweek.

Ele descreve a ação da CIA como uma "guerra total” ordenada pelo ex-diretor da agência e ex-secretário de Estado Mike Pompeo. Que só não avançou porque o Departamento de Justiça, que via ilegalidade nas ações, correu com a estratégia jurídica.

Embora concentrado no governo Donald Trump, o texto anota que "a ideia de sequestrar Assange precedeu a chegada de Pompeo a Langley", sede da CIA. Veio do governo Barack Obama.

MAIS EMAILS DE HUNTER BIDEN

O Business Insider publicou emails em que Hunter Biden, filho de Joe, vice de Obama na época, “pede US$ 2 milhões anuais mais taxa por êxito” para ajudar a liberar ativos da Líbia congelados nos EUA.

Colunista do New York Times, o conservador Ross Douthat ressaltou a reportagem ao perguntar, em título: “Joe Biden pode se recuperar?”, listando ainda o impacto da variante delta e o Afeganistão.

Douthat escreve que, diante da notícia, “as decisões do Twitter e do Facebook, de censurar a versão do NY Post sobre os emails de Hunter Biden [envolvendo Ucrânia e China, antes da eleição de 2020], pareciam partidárias na época; agora parecem coisa pior”.

REFORÇO DE BILHÕES

Com foto de fábrica da Pfizer, o Drudge Report manchetou ao longo do fim de semana dois despachos da Associated Press, "Empresas de medicamentos entram no dinheiro com reforço" e "Israel: eficácia da vacina se esvai após cinco meses".

O portal, que noticiou o caso Lewinsky quando ele foi suprimido em 1998, voltou a ressaltar notícias que a imprensa americana evita.

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