Descrição de chapéu Alalaô

Saiba quais os principais cuidados a tomar com crianças no Carnaval

Hidratação e barulho exigem atenção dos adultos que acompanham

Pular Carnaval em família, participar da festa dos pequenos nas ruas e ensiná-los que a cidade pode ser acolhedora é uma delícia, e há cada vez mais bloquinhos especiais para crianças.

Para garantir que a alegria não termine em choradeira, porém, médicos e especialistas recomendam alguns cuidados importantes para quem acompanha a molecada na farra. 

Imunidade

  • Começa se fortalecer  a partir de 5 anos 
  • O ideal, portanto é não expor crianças menores que isso a aglomerações, onde é maior o risco de transmissão de doenças 

Alimentação

  • Prefira fazer as refeições em casa
  • Evite alimentos gordurosos, frutos do mar, maionese e os que ficaram expostos ao sol
  • Prefira bolos e biscoitos integrais, frutas (melhor as que não precisam ser refrigeradas, como maçã, pera, banana) e sucos naturais refrigerados
  • Verduras e legumes também são boas opções, pois têm fácil digestão
  • Se for possível usar bolsa térmica, iogurtes e queijos são boas escolhas
  • Evite dar leite e em seguida levar a criança ao bloquinho, pois a proteína do alimento demora mais para ser digerida, o que pode causar desconforto

Atenção ao calor

  • Não deixe a criança exposta ao calor por horas consecutivas
  • Prefira fantasias ou roupas confortáveis
  • Ofereça água, água de coco e sucos naturais
  • Passe protetor solar
  • Evite exposição ao sol das 10h às 16h

Maquiagem

  • Cuidado. A criança pode ser alérgica e há risco de ingerir alguma substância

Ouvidos

  • Um único dia exposto ao som do Carnaval pode lesar o ouvido
  • Fones supra-aurais (que cobrem a orelha toda) diminuem o risco
  • O volume seguro é de até 85 decibéis; nos blocos, o volume chega a 120 decibéis
  • A 115 decibéis, a máxima de permanência num bloco sem risco de lesão seria de 7 minutos

Sinais de lesão

  • Sensação de perda de audição ou de ouvido tampado
  • Zumbido
  • O tratamento médico deve ser feito em até 48 horas para evitar que a lesão seja permanente

Fontes: Cid Pinheiro, pediatra no Hospital São Luiz Morumbi; Tanit Ganz Sanchez, otorrinolaringologista do Instituto Ganz Sanchez, Cintya Bassi, supervisora de nutrição e dietética do São Cristóvão Saúde

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