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Brasil tem 3.774 mortes por Covid em 24 h e completa 30 dias de média móvel acima de 2.000 óbitos

País teve o 4º dia mais letal da pandemia; também houve registro de mais de 80 mil casos

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São Paulo

O Brasil completou 30 dias seguidos com média móvel de mortes acima de 2.000 óbitos por dia. Nesta quinta-feira (15), foram registradas 3.774 mortes por Covid, o 4º dia mais letal da pandemia. Houve registro também de 80.529 novos casos da doença.

A média móvel de mortes, por sua vez, ficou pouco abaixo de 3.000. Ela agora é de 2.952 mortes por dia nos últimos sete dias. A média móvel é um instrumento estatístico usado para amenizar variações de dados. Ela é obtida pela soma de todas as mortes dos últimos sete dias e divisão do resultado por sete.

Na quarta, o Brasil completou cinco dias seguidos com média acima de 3.000. Já são 85 dias seguidos com média móvel de mortes acima de 1.000.

O país chegou a 365.954 mortes pela Covid e a 13.758.093 pessoas infectadas pelo Sars-CoV-2 desde o início da pandemia.

Os dados do país, coletados até as 20h, são fruto de colaboração entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diariamente com as secretarias de Saúde estaduais.

Cova aberta com caixão dentro
Covas abertas no cemitério de Vila Formosa, na zona leste de São Paulo (SP) - Karime Xavier/Folhapress

O consórcio de imprensa também atualizou as informações repassadas sobre a vacinação contra a Covid-19 por 24 estados e Distrito Federal.

Já foram aplicadas no total 34.018.665 doses de vacina (25.460.098 da primeira dose e 8.558.567 da segunda dose), de acordo com as informações disponibilizadas pelas secretarias de Saúde.

Nesta quinta, foram aplicadas 503.826 primeiras doses e 436.725 segundas.

Isso significa que 15,82% dos brasileiros maiores de 18 anos tomaram a primeira dose e só 5,32% a segunda.

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorreu em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.​​​​​​​​​​​​​​

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