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16/06/2003 - 12h41

Maioria da mortalidade infantil em São Paulo ocorre logo após o parto

da Folha Online

A maioria das mortes de crianças de até um ano em São Paulo ocorre no período perinatal, em decorrência de problemas da gestação e do parto, como descolamento da placenta, prematuridade, asfixia ao nascer e afecções maternas. Em 2002, a taxa registrada foi de 8,8 óbitos por mil nascidos vivos.

A segunda causa das mortes é a anomalia congênita (3 mortes para grupo de mil), seguida por problemas no aparelho respiratório. As doenças infecciosas e parasitárias --que antes foram a principal causa de morte das crianças-- passaram a ocupar a quarta posição.

Desde 1983 a mortalidade neonatal (crianças com até 27 dias de vida) tornou-se maior do que a pós-neonatal (de 28 dias a 11 meses). Sua participação relativa vem crescendo e, nos últimos cinco anos, passou a responder por 58% dos óbitos infantis.

Dados

Em 2002, a taxa de morte neonatal foi de 10,45 para cada grupo de mil, enquanto a pós-neonatal foi de 4,59, segundo pesquisa divulgada hoje pela fundação Seade.

As maiores taxas de morte neonatal foram registradas em Lins (16,80), Tupã (16,79), Itapeva (16,04) e Santos (15,62), mais que a média estadual, de 10,45. As menores taxas verificam-se em São Carlos (4,50) e Votuporanga (6,64).

Apesar das diferenças, a mortalidade infantil no Estado cai desde 1975. Nos últimos 12 anos, a taxa diminuiu pela metade, passando de 31 mortos para cada mil nascidos vivos para 15.


Leia mais
  • Mortalidade infantil cai pela metade nos últimos 12 anos


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