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Atentados a bomba cometidos por militares marcaram era Figueiredo

Último presidente da ditadura militar é tema do novo volume da Coleção Folha

São Paulo

A Folha lança neste domingo (2) o 21º volume da coleção A República Brasileira. Escrito pelo historiador Pietro Sant’Anna, o livro tem como tema o governo de João Baptista Figueiredo, o último presidente da ditadura militar. O mandato do general carioca se estendeu de 1979 a 1985.

De acordo com Sant’Anna, Figueiredo “parecia reunir as qualidades necessárias para liderar a redemocratização conservadora pretendida pelos militares: era um negociador hábil, familiarizado com a burocracia do Estado, não tinha tendências centralizadoras e, principalmente, mantinha boas relações com vários setores das Forças Armadas”. 

A gestão dele esteve bem longe, porém, de ser tranquila. O presidente precisou enfrentar a indignação da linha dura do Exército, que pretendia manter as Forças Armadas no poder federal. 

Para levar o país a uma situação de instabilidade, esses militares realizaram uma série de atentados a bomba, especialmente no Rio de Janeiro e em São Paulo. 

Além disso, Figueiredo teve de lidar com o fortalecimentos das novas siglas de oposição, como o PDT e o PT. 

Ao longo dos governos de seus antecessores do regime militar, só podiam existir dois partidos, a Arena (situação) e o MDB (oposição).  

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