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CPLP ajuda no diálogo da Europa com a África, diz chanceler de Portugal

Augusto Santos Silva escreve sobre o encontro dos países de expressão portuguesa em Cabo Verde

A cúpula de Santa Maria, ilha do Sal (em Cabo Verde), que marcou o início da presidência cabo-verdiana da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) admitiu mais nove observadores associados —oito países e uma organização internacional.

Podemos perguntar-nos sobre o que levou a França, o Reino Unido, a Itália, Luxemburgo, Andorra, a Sérvia, o Chile e a Argentina, além da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, Ciência e Cultura (OEI), a pedir esse estatuto. A resposta óbvia é que encontram nisso interesse e utilidade.

Pode parecer estranho num ambiente mediático, como o português, tão marcado por criticismo e indiferença face à CPLP, mas é verdade pura que esta suscita, em quatro continentes, atenção e vontade de estabelecer parcerias. Os países agora acolhidos fizeram-se representar, na cúpula, através dos embaixadores acreditados em Lisboa —outro elemento que uma apreciação analítica deveria destacar.

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Augusto Santos Silva é o ministro de Relações Exteriores de Portugal

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