Brasil
08/10/2007 - 17h22

Decisão do STF pode levar ao menos 19 deputados à perda de mandato

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da Folha Online

Com a decisão do STF (Supremo Tribunal Federal) de que os mandatos pertencem aos partidos, e não aos parlamentares, pelo menos 19 deputados correm o risco de perderem seus cargos na Câmara dos Deputados porque trocaram de legenda depois de 27 de março deste ano.

A data foi estabelecida pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) como início da vigência da regra que determina a devolução dos mandatos aos partidos para quem trocou de legenda.

A lista ainda vai crescer, já que alguns deputados --como o deputado Paulo Rubem Santiago que trocou o PT pelo PDT-- ainda não formalizaram a troca de legenda à Secretaria Geral da Câmara.

Veja abaixo a lista dos deputados que estão ameaçados de perder o mandato com a decisão do STF:

01 - Carlos Eduardo Cadoca - do PMDB para o PSC
02 - Juvenil Alves - sem partido para o PRTB
03 - Carlos Souza (AM) - do PP para o PRB
04 - Clodovil Hernandes (SP) - do PTC para o PR
05 - Sérgio Brito (BA) - do PDT para o PMDB
06 - Davi Alves Silva Júnior (MA) - PDT para PSC
07 - Dr. Paulo César (RJ) - do PTB para o PR
08 - Gervásio Silva (SC) - do DEM para o PSDB
09 - Geraldo Resende (MS) - do PPS para o PMDB
10 - Jurandy Loureiro (ES) - do PTB para o PSC
11 - Takayama (PR) - do PTB para o PSC
12 - Cleber Verde (MA) - do PTB para o PRB
13 - Marcos Antonio (PE) - do PAN para o PRB
14 - Silas Câmara (AM) - do PTB para o PSC
15 - Damião Feliciano (PB) - sem partido para o PDT*
16 - Jackson Barreto (SE) - do PTB para o PMDB
17 - Lindomar Garçon (RO) - do PR para o PV
18 - Jusmari Oliveira (BA) - do DEM para o PR
19 - Paulo Rubem Santiago -- do PT para o PDT**

  • Damião Feliciano deixou o PR em fevereiro, mas só formalizou o ingresso no PDT em junho.
    • Rubem Santiago ainda não formalizou sua transferência para o PDT para a Secretaria Geral da Câmara.

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Comentários dos leitores
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. sem opinião
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Sr. Ernani, aqui em Santa Catarina as coisas não são muito diferentes dos demais Estados da federação. Achar que o governo que não dá aumento e ser contra o Professor, LHS em 7 anos de governo deu 1% de reajuste ao magistério catarinense. JBMS. sem opinião
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Cassio Tavares (498) 23/10/2009 19h28
Cassio Tavares (498) 23/10/2009 19h28
Se voce é um dos que estão reclamando da educação, cobre aí do governador do seu estado ou do prefeito da sua cidade porque as escolas são estaduais ou municipais. Agora se voce está em São Paulo a cobrança tem que ser grande mesmo porque os alunos das escolas públicas do estado ficaram lá nos últimos lugares nos testes que foram aplicados para os alunos das escolas públicas de todas as unidades da federação 3 opiniões
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