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Brasil
20/10/2007 - 08h16

Serra diz que TSE "legislou" sobre fidelidade por omissão do Congresso

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da Agência Folha, em São José dos Campos

O governador de São Paulo, José Serra (PSDB), disse ontem que o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) só "legislou" sobre a fidelidade partidária devido à "omissão" do Congresso, que deixou de fazer a reforma política.

"O Congresso não fez as mudanças políticas que deveria ter feito. Aí o Judiciário pegou, porque ficou a demanda. E o Judiciário começa a legislar, não por vontade própria, mas, até certo ponto, por omissão dos políticos", disse Serra durante anúncio de uma obra viária em São José dos Campos (91 km de São Paulo).

Para o tucano, teria sido melhor se a definição das regras sobre a fidelidade partidária tivessem sido estabelecidas pelo Legislativo, que, segundo ele, "conhece melhor o processo eleitoral".

Mesmo assim, Serra se disse favorável à decisão do TSE que estendeu para senadores, governadores, prefeitos e presidente da República a regra da fidelidade partidária estabelecida para a deputados e vereadores e que prevê a perda do mandato para aqueles que trocam de partido após as eleições.

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Comentários dos leitores
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
Valter Souza (74) 25/11/2009 14h16
O povo de São Paulo vota em pessimos politicos devido a má educação das escolas públicas e vou dizer também privadas deste estado!!! sem opinião
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Quando só existia Arena e MDB, poderíamos atribuir a legenda os votos dos candidatos ou seja, ou situação ou oposição, para depois sim, vir o nome da pessoa escolhida dentro de cada situação. Mais nos dias de hoje em que, existem um número imensurável de siglas partidárias, regimentos internos e ideologias, que ninguém sabe decifrar ou conhecer, as siglas ficam em segundo plano ou seja, o candidato é que faz a sigla e não o inverso. Podemos citar o caso de nosso Presidente, o que é famoso o Presidente Lula ou a sigla PT?. Devlver os cargos é sinal de clareza e onhecimento em discernir sigla de candidato. O MP precisa interpretar melhor esta diferená nos dias de hoje. sem opinião
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Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Bruno Cappellano (5) 30/10/2009 21h18
Pode até ser que a medida de Chalita seja incontistucional. Por outro lado, tem plena razão sobre o que diz da política educacional do Serra: a qual defende a formação básica paulista enfraquecida desvalorizando a profissão do professor, para que políticos, como ele e outros, façam o que bem entendam diante de uma população ignorante. 3 opiniões
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