PF diz que crise na América do Sul não mudará atuação na Amazônia
LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília
O diretor-geral da Polícia Federal, Luiz Fernando Corrêa, disse nesta segunda-feira que a crise entre Venezuela, Colômbia e Equador não mudará a atuação da corporação na Amazônia e na fronteira com países vizinhos.
Corrêa disse que o foco da PF no momento é o combate ao desmatamento. "Estamos com o foco na preservação da Amazônia. Temos uma operação em andamento que também implica em presença de Estado na região", declarou.
O ministro Tarso Genro (Justiça) evitou comentar a situação. Disse apenas que a questão será tratada pelo Ministério das Relações Exteriores, instruído pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
O presidente deve conversar nesta segunda-feira, por telefone, com a presidente argentina, Cristina Kirchner, sobre o conflito entre os três países após a morte de "Raúl Reyes", porta-voz das Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia) e considerado o "número dois" da guerrilha.
Segundo o blog do Josias, Lula cogita mediar o conflito. Além de Luis Edgar Devia, o verdadeiro nome de "Reyes", morreram outros 19 guerrilheiros em operação militar colombiana no último sábado.
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Especial

É lógico que existem grupos de interesse que acabam se beneficiando com a renegociação dessas dívidas, e que alguns não pagam essas dividas, mas não é o setor como um todo.
O brasileiro reclama dos altos impostos cobrados em produtos e serviços e com razão. O País seja no âmbito municipal, estadual ou federal, arrecada muito, mas é pouco eficiente na utilização desses recursos.
Agora é inadmissível aceitar que alguém possa relacionar mensalão, altos impostos, dinheiro publico ao MST e as Ongs (Ongs que recebem em média R$ 228,9 milhões por ano, e só nos primeiros meses de 2008 já foram repassados R$ 33,3 milhões), Lalau, Jorgina, Daniel Dantas, e outros problema políticos e sociais, a toda classe produtiva deste País.
Se o povo em si esta "acomodado" com tal situação (que fica sentando no trono de um apartamento, com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar...) onde não faz nada para promover uma mudança radical de suas atitudes ambientalistas, conceitos e afirmação de nossa dignidade, não é se livrando de suas responsabilidade como cidadão brasileiro e responsabilizando totalmente o setor produtivo deste País que mudanças ocorrerão.
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O Sr. está certo em apontar o absurdo que é a questão dos cassinos indígenas nos EUA. Porém este é apenas um aspecto de uma situação muito maior e jamais pode justificar o descaso e o abuso contra os povos indígenas brasileiros. Não quer dizer que o Brasil deva fazer exatamente como os EUA, mas deve, sim, respeitar a cultura e as terras dos povos originários - um direito reconhecido em todo o mundo.
A oposição contra os abusos ambientais e humanos levados a cabo por um modelo de produção agro-pecuária predatória não é, como o Sr. Quise Brito afirmou, uma oposição à agricultura em si. Trata-se, isso sim, de uma questão de racionalidade: produção econômica e agrícula só é vantajosa para a nação na medida em que se constitui em desenvolvimento real, sustentável e durável. Do contrário, estaremos repetindo em escala maior os erros do passado: já se perguntou pq é que o Brasil vem tendo atividade econômica, exploração de recursos naturais e agricultura desde 1500 e ainda somos sub-desenvolvidos, ao passo que outras nações transformaram suas atividades econômicas em desenvolvimento social real?
Eduardo Galeano, em seu livro clássico, fala a respeito da vantagem de começar a se desenvolver tarde: foi isso que garantiu os EUA se desenvolverem ao passo que toda a América Latina criava um legado de destruição para as próximas gerações.
Bem, hoje somos nós que temos essa oportunidade de aprender com os erros dos outros e os nossos. Temo que usar essa oportunidade!
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