Publicidade

Publicidade
Brasil
10/09/2008 - 21h07

Marta lança livro e evita comentar crise na campanha tucana

Publicidade

MARINA NOVAES
colaboração para a Folha Online

A candidata à Prefeitura de São Paulo Marta Suplicy (PT) evitou comentar nesta quarta-feira a saída do marqueteiro da campanha de Geraldo Alckmin (PSDB), um dos seus principais adversários nas eleições.

Durante lançamento do livro "Minha Vida De Prefeita - O Que São Paulo Me Ensinou", na Livraria Cultura, Marta disse que não está preocupada com os problemas dos adversários e afirmou que quer chegar fortalecida nas eleições.

"Eu não estou preocupada com o que está acontecendo lá [disputa interna do PSDB]. Esse é um problema que eles têm que resolver e decidir", afirmou a candidata. "Espero chegar bem mais forte [no primeiro turno]. Não por isso, mas porque as pessoas agora vão ficar mais atentas às propostas, porque agora está chegando perto", disse.

A ex-prefeita negou que o livro tenha caráter eleitoreiro, mas admitiu que foi pensado para a campanha do PT no pleito de 2008. "Eu comecei a escrever logo que perdi a eleição porque achava que tinha experiência que só quem está vivendo tem", disse Marta. No entanto, segundo ela, o livro não foi terminado porque ela estava abalada com a derrota.

Marta disse que voltou a escrever em outubro do ano passado, quando ainda não tinha decidido que seria candidata neste ano. "Foi para a campanha [do PT], mas não necessariamente a minha", afirmou. A obra fala de sua experiência como prefeita, sobre o divórcio com o senador Eduardo Suplicy (PT) e a criação dos CEUs (Centros Educacionais Unificados).

A petista é a segunda candidata a lançar um livro neste ano eleitoral. O ex-prefeito e candidato Paulo Maluf (PP) também lançou em junho obra sobre sua trajetória política. O jornalista Leão Serva, por sua vez, divulgou o livro "Cidade Limpa - O Projeto Que Mudou A Cara De São Paulo", que fala sobre um dos projetos implantados pelo prefeito Gilberto Kassab (DEM), candidato à reeleição.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Igor Bevilaqua (731) 25/11/2009 11h39
Afinal de contas o Amazonino Mendes é no estado do Amazonas o mesmo homem poderoso que o Sarney é no Maranhão e no Acre..., tem razão do "TSE" dar carta branca para que continuem "comprando votos" e recebendo "presentinhos e doações" de empresas interessadas nos cofres do estado..., o estado do Amazonas não foge hora nenhuma às regras brasileiras de corrupção. sem opinião
avalie fechar
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Luís da Velosa (1426) 29/10/2009 21h00
Vamos aguardar o julgamento do caso Battisti pelo Supremo Tribunal Federal - STF. Isso é o correto. Não somos juízes e, se nos arvorarmos a sermos, será uma impropriedade, uma temeridade. sem opinião
avalie fechar
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
Washington Marques (108) 29/10/2009 13h53
NÃO SE PODIA ESPERAR OUTRA COISA DO SENADO FEDERAL SE NÃO A DESOBEDIENCIA JUDICIAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE FAZ APOLOGIA A DESOBEDIENCIA JUDICIAL E A DESORDEM TOTAL. O QUE SE ESPERAR DE UMA INSTITUIÇÃO QUE TEM A FINALIDADE DE LEGISLAR E FISCALIZAR, PRATICA NEPOTISMO EXPLICITO, DESCARADO A PONTO DE DESOBEDECER UMA ORDEM JUDICIAL (DA SUPREMA CORTE DESTE PAÍS).
SRES. SENADORES A PERGUNTA É: O QUE VOCES ESTÃO FAZENDO COM A CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA ? E ONDE VOCES QUEREM CHEGAR COM TANTOS ABSURDOS ??
2 opiniões
avalie fechar
Comente esta reportagem Veja todos os comentários (8158)
Termos e condições
 

FolhaShop

Digite produto
ou marca