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Brasil
18/11/2008 - 20h26

Deputado vai pedir abertura de sigilo de reunião da Polícia Federal

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da Agência Câmara

O deputado federal Vanderley Macris (PSDB-SP) disse hoje na CPI das Escutas Telefônicas que vai apresentar requerimento para que as gravações de uma reunião ocorrida em 14 de julho entre o delegado Protógenes Queiroz, que conduziu a Operação Satiagraha, e seus superiores na Polícia Federal percam o caráter reservado.

A fita da reunião, com cerca de três horas de duração, foi encaminhada à CPI pela própria Polícia Federal. Enquanto o requerimento não for aprovado, cada integrante da CPI pode ouvir o conteúdo reservadamente na sala da comissão.

Segundo reportagem publicada na imprensa, Protógenes teria admitido na reunião "haver trabalho de inteligência em andamento no Supremo Tribunal Federal".

A denúncia de que o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Gilmar Mendes, teve sua conversa interceptada é um dos fatos investigados pela CPI.

Comentários dos leitores
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Igor Bevilaqua (730) 25/11/2009 09h14
Prestem atenção que são os que deveriam ser investigados, os que nomeiam e colocam em cargos importantes, personagens de seus interesses..., cito como exemplo a "POLÍCIA FEDERAL"..., depois da troca de comando, depois do afastamente forçado do Delegado Protógenes..., nunca mais prendeu um deputado ou senador ou ainda magistrados envolvidos em roubos, escândalos, venda de sentenças e corrupção e etc..., então, tem duas hipóteses..., ou tem "GENTE DE CASA" no comando..., ou da noite para o dia..., "TODOS ELES FICARAM HONESTOS"..., o que, eu, particularmente, acho impossível. sem opinião
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Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Luís da Velosa (1424) 25/11/2009 08h12
Deu-me boa impressão o questionamento feito pelo Senado ao Dr. Trezza e as suas respostas equilibradas. Discrição, Dr. Trezza. Todo o Brasil está aguardando que a gestõ de V.Sa. se revista de sabedoria, de equidade e de força. sem opinião
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Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Nelson Vaughan (111) 22/11/2009 13h58
Infelizmente o STJ decide, mais uma vez, de forma política e em defesa de interesses particulares, envolvendo-se politicamente nas decisões. É uma pena ver o poder judiciário se prestar pasra isso. sem opinião
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