Brasil
19/06/2009 - 10h14

Blog do Josias: Collor busca alianças para se tornar relator da CPI da Petrobras

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da Folha Online

Desenrola-se nos subterrâneos do Senado uma articulação inusitada. No centro da costura está o senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL), que, em privado, manifestou o desejo de assumir a função de relator da CPI da Petrobras, cuja instalação vem sendo adiada há três semanas, informa o blog do Josias.

Segundo a coluna, ele obteve o apoio instantâneo das cúpulas do PSDB e do DEM e tenta atrair o suporte de Renan Calheiros (AL), líder do PMDB.

Collor tenta ocupar uma brecha que se abriu graças às rusgas que envenenam as relações de Renan com Aloizio Mercadante (SP), líder do PT.

Mercadante sugeriu Romero Jucá (PMDB-RR), líder de Lula no Senado, para a cadeira de relator. O Planalto comprou a ideia. Renan torceu o nariz. Governista como Jucá e aliado de Renan, Collor enxergou no impasse a oportunidade para apresentar-se como alternativa.

Leia mais no blog do Josias.

Comentários dos leitores
josé reis barata barata (3422) 11/11/2009 14h38
josé reis barata barata (3422) 11/11/2009 14h38
Apagão!
Parece ter atingido também à moderação em face à lentidão fora do comum na edição das opiniões. Talvez fosse conveniente, em respeito, se é que existe, ao participante um simples comunicado. A dúvida nunca foi boa conselheira; diversamente, é péssima. Mormente entre supostos parceiros envolvidos em um caso supostamente comum: informação.
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Louis Fod (300) 11/11/2009 10h29
Louis Fod (300) 11/11/2009 10h29
Oh Cassio! Fala um pouco sobre o Sarney, da tropa de choque, Renan Calheiros e Fernando Collor de Melo ... Por que será que quando alguém é pago para defender o governo seu único argumento é a economia?
CPI da petrobrás não chegou a lugar nenhum, previsível a maioria é do pt ou tropa de choque, são ratos cuidando do queijo...
--
-- o seu dinheiro é a nossa energia --
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O Pacificador (88) 11/11/2009 08h05
O Pacificador (88) 11/11/2009 08h05
O (o)caso da Petrobras, nunca foi algo que deveria ser tocado por uma CPI.
Ali sempre foi um caso de polícia.
Aparelhamento partidário de uma empresa de capital misto, pública para todos os efeitos, com evidências de desvio da receita para fins eleitoreiros, seria mais do que o suficiente para uma intervenção.
Mas parece que nossa "justiça", nesse caso ao menos, prefere olhar para o outro lado.
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