17/05/2007
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18h06
da Folha Online, em Brasília
Os comandos das CPIs do Apagão Aéreo da Câmara e do Senado tiveram hoje a primeira divergência pública sobre as investigações da crise área. O presidente da CPI da Câmara, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), e o relator da CPI no Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), demonstraram ter visões distintas sobre os relatórios finais a serem elaborados pelas CPIs.
Castro disse que seria um "escândalo" se as duas comissões chegarem a resultados diferentes ao final das investigações. Demóstenes, por outro lado, afirmou que resultados diferentes podem naturalmente ocorrer em duas investigações distintas --mesmo quando abordam o mesmo tema.
"Não seria um escândalo. Pode ser que uma Casa, por diversidade ou questões políticas, tenha opiniões divergentes", afirmou o relator.
"Se trabalharmos separadamente, isso pode trazer conflitos. Se chegássemos separadamente a objetos diferentes, seria um escândalo. Nossa disposição é trabalhar conjuntamente", disse Castro.
O presidente da CPI do Senado, Tião Viana (PT-AC), ressaltou que os regimentos da Câmara e do Senado não permitem a realização de sessões conjuntas às duas CPIs uma vez que elas foram criadas separadamente.
Informações
Os integrantes da CPI do Senado, instalada nesta quinta-feira, se reuniram com o comando da CPI da Câmara para trocar informações sobre as investigações em andamento pelos deputados.
Os senadores também foram à Polícia Federal, CGU (Controladoria Geral da União) e PGR (Procuradoria Geral da República) para ter acesso a documentos e informações já reunidas a respeito da crise aérea e da queda do Boeing da Gol no ano passado.
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CPIs do Apagão na Câmara e no Senado divergem sobre investigações
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GABRIELA GUERREIROda Folha Online, em Brasília
Os comandos das CPIs do Apagão Aéreo da Câmara e do Senado tiveram hoje a primeira divergência pública sobre as investigações da crise área. O presidente da CPI da Câmara, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), e o relator da CPI no Senado, Demóstenes Torres (DEM-GO), demonstraram ter visões distintas sobre os relatórios finais a serem elaborados pelas CPIs.
Castro disse que seria um "escândalo" se as duas comissões chegarem a resultados diferentes ao final das investigações. Demóstenes, por outro lado, afirmou que resultados diferentes podem naturalmente ocorrer em duas investigações distintas --mesmo quando abordam o mesmo tema.
"Não seria um escândalo. Pode ser que uma Casa, por diversidade ou questões políticas, tenha opiniões divergentes", afirmou o relator.
"Se trabalharmos separadamente, isso pode trazer conflitos. Se chegássemos separadamente a objetos diferentes, seria um escândalo. Nossa disposição é trabalhar conjuntamente", disse Castro.
O presidente da CPI do Senado, Tião Viana (PT-AC), ressaltou que os regimentos da Câmara e do Senado não permitem a realização de sessões conjuntas às duas CPIs uma vez que elas foram criadas separadamente.
Informações
Os integrantes da CPI do Senado, instalada nesta quinta-feira, se reuniram com o comando da CPI da Câmara para trocar informações sobre as investigações em andamento pelos deputados.
Os senadores também foram à Polícia Federal, CGU (Controladoria Geral da União) e PGR (Procuradoria Geral da República) para ter acesso a documentos e informações já reunidas a respeito da crise aérea e da queda do Boeing da Gol no ano passado.
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