02/04/2007
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21h50
Os controladores civis de tráfego aéreo decretaram estado de greve após assembléia realizada na noite desta segunda-feira no Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Proteção ao Vôo, no Rio. A decisão afeta controladores de todo o país.
Segundo o presidente do sindicato, Jorge Botelho, a perspectiva era a de que a categoria entrasse em greve, mas a situção mudou depois da sexta-feira, quando os controladores militares do Cindacta-1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo), em Brasília, entraram em greve e paralisaram o espaço aéreo do país.
"Vamos esperar a reunião que vai haver amanhã", disse Botelho. A reunião é um dos pontos do acordo firmado entre o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) e os controladores. Bernardo negociou com a categoria depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou que a crise fosse resolvida com negociações e que ninguém fosse preso.
O estado de greve, na prática, significa que toda a categoria está mobilizada e que uma nova assembléia pode ser marcada sem os dez dias de antecedência que prevê seu estatuto.
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Controladores de vôo civis decretam estado de greve
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da Folha OnlineOs controladores civis de tráfego aéreo decretaram estado de greve após assembléia realizada na noite desta segunda-feira no Sindicato Nacional dos Trabalhadores de Proteção ao Vôo, no Rio. A decisão afeta controladores de todo o país.
Segundo o presidente do sindicato, Jorge Botelho, a perspectiva era a de que a categoria entrasse em greve, mas a situção mudou depois da sexta-feira, quando os controladores militares do Cindacta-1 (Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle do Tráfego Aéreo), em Brasília, entraram em greve e paralisaram o espaço aéreo do país.
"Vamos esperar a reunião que vai haver amanhã", disse Botelho. A reunião é um dos pontos do acordo firmado entre o ministro Paulo Bernardo (Planejamento) e os controladores. Bernardo negociou com a categoria depois que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou que a crise fosse resolvida com negociações e que ninguém fosse preso.
O estado de greve, na prática, significa que toda a categoria está mobilizada e que uma nova assembléia pode ser marcada sem os dez dias de antecedência que prevê seu estatuto.
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